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 ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO

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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQua Out 17, 2018 2:21 pm

Cecília moveu os olhos preguiçosamente para Roselynn. Era a única que a tratava como devia se tratar a Rainha Eterna, mesmo que isso deixasse a jovem corada. Não se sentia uma rainha de fato, mas talvez aquela forma de falar excêntrica da moreau fosse um lembrete de quem ela realmente era.

A Rainha Eterna.

Cecília ergueu as costas na cadeira, estufando o peito, erguendo o nariz tentando passar uma postura mais régia.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 ViIcVH1Algo me incomoda sim, Rose. Incomoda-me o falatório. São apenas kobolds, se possuem algum arcano com eles, nós temos a mim. Vamos lá e massacraremos todos.

Disse tentando parecer altiva, mas de alguma forma, suas palavras não a agradaram. Arrependeu-se imediatamente após proferi-las.
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQua Out 17, 2018 2:54 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 2mzcz2f

*Angra viu a maneira como Cecilia reagia a presença de Delilah. Como era adorável aquele ciumes todo. Como sentiu falta daquele gênio todo. Passou o braço ao redor do ombro da feiticeira, grudando o rosto no dela* 

- Não seja assim. Os Kobolds tem famílias, amigos e companheiros. São nossos inimigos, mas devem ter seus motivos. Medo de nós? Necessidade de sobrevivência? Essa era trouxe o pior dos seres vivos a tona. Sabemos disso, você e eu. 

*Não soltou o abraço, mantinha aquela irmandade e aquele carinho em relação a ela* 

- Mas você tem toda a razão. Eles são o inimigo e quando se quer proteger algo que lhe é importante, não há como proteger aqueles que tentam roubá-la. Pelo menos, não enquanto ainda é alguém fraca como eu. Portanto, eu gosto do seu plano de atrai-los e derrubá-los. 

*Encarou Delilah e Ikarus* 

-
 Obrigada pelas informações, as duas. Isso já nos da base para um plano melhor. Eu tenho uma ideia. Infelizmente, apenas Rose parece conter dons hábeis com a furtividade. Nunca fui treinada em tal, admito e Ikarus chama sua atenção com asas. Quero evitar enfrentar a "guerrilha" dos nossos inimigos, pois a função desta é enfraquecer recursos. E lutar desgastado foi o que causou minha derrota no passado. Não mais. Portanto, nós os emboscaremos e confundiremos.  Eis meu plano. 

*A ideia de Angra era simples e complicada ao mesmo tempo. Exigia um trabalho em equipe que um grupo recém formado talvez não tivesse e tinha algumas variáveis. A primeira parte dele consistia em obter apoio dos cidadãos da vila. Eles deveriam concordar em ceder trapos e pedaços de roupas que contenham seu cheiro e estarem dispostos a participar do plano a seguir. Delilah precisaria capturar vivos, pequenos animais de vários tipos, aos quais os tecidos de roupa seriam presos, junto a correntes com pedaços de metal e madeira.* 

*Ikarus os comandaria a correr pela floresta, na direção oposta ao curso que iriam seguir para invadi-la. O som e o odor serviria para atrair os Kobolds em diversas direções. Ikarus se manteria no céu, com o sol as suas costas, mantendo os alvos distraidos com flechadas certeiras, sempre que tentassem voltar a seus postos* 

*Então, Delilah e Rose, liderariam o caminho pela floresta, com Angra e Cecilia atrás. Um poder combativo equilibrado até, mas a ideia era combater o minimo possivel. Também disfarçariam o próprio cheiro com aromas do mato. Lama, planta e fezes de animais. (Pobre Cecilia)* 

*Resumidamente, o plano era atrair a força dos kobolds para um lado, enquanto invadiam por outro. Uma vez com os reféns, sinalizariam para Ikarus vir ajudar a buscá-los, enquanto Angra criaria uma distração, correndo pelo outro lado* 

-
O maior problema desse plano, é a ausencia da cura de Ikarus conosco. Em caso de emergência, precisaríamos chamá-la rápido. Também gostaria de levar bálsamos conosco...

*O plano foi aceito com certas ressalvas. Cecilia parecia não ter gostado, Ikarus n queria arriscar os animaizinhos e Delilah queria o CAOS! (XD) . Todos contribuiram com suas ideias e no fim o colocaram em pratica.*

*Angra chamou Arekus, que tinha o dom da politica, para junto de si, foi até o centro da praça e preparou a primeira parte do plano* 

- BONS CIDADÃOS DA VILA! ME ESCUTEM!! NÃO TEMAM A VOZ DAQUELA QUE DESEJA SALVAR AQUELES QUE AMAM E NÃO FECHEM SEUS OUVIDOS PARA A VERDADE QUE VOS LIBERTARÁ!! SOU ANGRA DOS CABELOS DE FOGO! AVENTUREIRA DA ORDEM DO FOGO RUBRO, OS CAVALEIROS DAS TRÊS CHAMAS!!! NOSSO COMPROMISSO É COM A LUZ, FORÇA E VIDA!!!!!

- MEU GRUPO DE AVENTUREIRAS, CONCORDOU ONTEM EM RESGATAR AS VITIMAS DOS ATAQUES DOS KOBOLDS! E NÓS DAREMOS NOSSO SANGUE E VIDA PARA ISSO!! MAS ESTÁ TUDO BEM PARA VOCÊS? É SUFICIENTE? DEIXARÃO QUE OUTROS LUTEM SUAS BATALHAS E SALVEM AQUELES QUE AMAM? E DA PRÓXIMA VEZ ? ESPERARÃO QUE OUTROS VENHAM PARA SALVÁ-LOS? E DÁ PROXIMA? E DA PRÓXIMA? E DA PRÓXIMA VEZ?? HUH??????

- EU DIGO, NÃO!!! CIDADÃOS DE GALEN, CORRE UM SANGUE FORTE EM SUAS VEIAS! O SANGUE DA BATALHA E DA FEROCIDADE! DA CORAGEM E DO PODER!!! QUANDO O INIMIGO VIER, SUAS JANELAS E PORTAS DE MADEIRA FECHADAS NÃO OS GUARDARÃO!! E SIM O FOGO DENTRO DE SEUS PEITOS, QUE QUEIMARA AQUELES QUE OUSAREM TOCAR EM SUAS FILHAS!!!! 

- EU NÃO OS CONVIDO A LUTAR. NÃO HOJE!! HOJE, VOCÊS PODEM GARANTIR A SOBREVIVENCIA E O SUCESSO DESSA MISSÃO, APENAS VINDO ATÉ MIM E COOPERANDO! ME EMPRESTEM SEUS BRAÇOS! SUAS MENTES! SEUS CORAÇÕES E SUA FORÇA!! VENHAM COMIGO E SE ORGULHEM DESTE DIA!

- O DIA EM QUE VOCÊS CUIDARAM DOS SEUS! SALVARAM SEU PRÓPRIO POVO E GARANTIRAM UM FUTURO PROMISSOR NESSA SOMBRIA ERA DAS GUERRAS!!! VENHAM COMIGO E OUÇAM MEU PLANO! VENHAM COMIGO E RENASÇAM DAS CINZAS DO MEDO!! RENASCEM FLAMEJANTES!!!

- RENASÇAM INVENCIVEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

*Angra gritou a todo pulmões! Acreditava no que dizia, mas também sabia o que dizer. Talvez não os mudassem. Talvez o medo fosse maior que eles. Mas não hoje. Hoje, tinham vidas a salvar e para entrar na toca dos Kobolds* 

*Primeiro precisaria tirar as pessoas de duas tocas* 
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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 18, 2018 12:29 pm

Parte 2 - A Floresta

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 B4e92aeae421fed072de99aa8bdf3338

Após as celebrações de reencontros, a comida e a bebida, e uma boa noite de sono após muito tempo, o grupo precisava lidar com os problemas eminentes. Roselynn se reuniu aos demais após perseguir Linete pela vila e agora precisava participar dos planos, era a melhor maneira que via para ajudar a amiga e atingir seus próprios objetivos no momento. A discussão corria, mas Angra mantinha-se firme e apresentava um plano. Com alguma relutância todos concordaram.

Enquanto a guerreira saía com Arekus para conseguir o apoio dos moradores da vila, Delilah saiu em busca de ratos, coelhos e qualquer animal que conseguisse caçar para amarrar tecidos e pedaços de madeira e metal a fim de criar uma distração. Angra se posicionou na pequena praça, acompanhada do minotauro e começou a gritar para quem passava ou para aqueles que espiavam de suas casas, escondidos. Rapidamente, seu porte e palavras muito bem escolhidas foi reunindo pessoas ao seu redor. Os moradores começavam a olhar com admiração, cochichavam entre si e faziam sinais positivos com a cabeça, no fim, começaram a se mobilizar para ajudar no plano da mulher de cabelos vermelhos.

Enquanto isso, Delilah encontrou dificuldade em localizar animais pela cidade e nos arredores. Por sorte, os que encontrou, conseguiu ser furtiva o suficiente para conseguir se aproximar e capturar um número considerável e que proporcionaria uma distração eficiente.

Mesmo com a ajuda de todos, levou grande parte da manhã para que tudo ficasse pronto. Os moradores estavam preparados, pessoas simples, trabalhadores do campo, mas segurando com panelas na mão. Poucos pareciam ter olhares de desconfiança sobre quanto aquilo ia funcionar, mas começaram a bater colheres e panelas.  Tinham suas instruções e sabiam que ao menor sinal de perigo, deveriam entrar em suas casas e esperar, armados com qualquer coisa que conseguissem arrumar. Alguns outros, incluindo Joseph, soltaram os animais imediatamente na floresta, arrastando trapos e metal. Um deles, sob um feitiço de Ikarus, para seguir uma direção certa.

A elfa do céu então bateu suas asas e levantou voo, enquanto o grupo corria para o meio das árvores. Delilah liderava a contenda, tentando achar um rastro na floresta, uma trilha, sinais de algum caminho usando. Em suas costas o barulho da população. Ao longe ainda conseguiram ver alguns kobolds correndo para o outro lado. Não demorou muito para que a mulher de cabelos brancos achasse uma trilha de pegadas fracas e pequenas, com galhos partidos. Seguiram então, os sons de panelas agora iam se tornando menores, mais abafados ao longe. dando lugar ao farfalhar das folhas e o pisar na terra e nos galhos.

Tentavam seguir ocultos, sem fazer muito barulho, e todos pareciam conseguir com alguma eficácia, exceto Angra, que não conseguia evitar os ruídos de sua armadura. Roselynn, entretanto, era o extremo oposto, quase uma sombra se movimentando e como se realmente fosse uma gata com patas fofinhas. Por todo via, o grupo era silencioso de maneira geral e por ora não chamaram a atenção de nada.

Chegaram então, após uma hora de caminhada, perto de uma árvore assustadora. Era retorcida, seus galhos pareciam mãos esqueléticas e de dedos alongados e medonhos. Veias cinzentas pareciam pulsar por entre seu tronco. Dois buracos disformes, brilhavam o que parecia esferas de luz vermelha, como olhos que mirassem os aventureiros.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 24bb7310


Ikarus que sobrevoava a floresta, tinha uma ideia geral da direção o animal enfeitiçado havia corrido. Os demais pareciam estar ao redor, porém as copas das árvores dificultavam sua visão, são conseguia dizer onde estavam os kobolds, para onde corriam... O que faria?

Citação :
Fichas e Status
Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Cecília: <> PV 14/14 <> CA 13/13 <> PM 10/10 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Angra: <> PV 27/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
Ikarus <> PV 20/20 <> CA 18/18 <> PM 8/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Delilah: <> PV 22/22 <> CA 18/18 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 18, 2018 1:38 pm

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Divider-clipart-forum-6



Delilah escreveu:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- Acabou que no fim caçar ratos era mais dificil que parecia.

Quando o plano começou a ser executado, ela já sabia sua parte. Guiou o grupo floresta adentro por via de trilhas deixadas por seus oponentes. Começaram à se mover, quase todos em silêncio com exceção de Angra. Não podia culpá-la porém. A armadura tornava dificil se mover em silêncio, ela sabia. Quase sugeriu que ela retirasse a mesma em brincadeira, mas aquela não era a hora. Por outro lado, não consguira retirar os olhos de Roselyn, a tal... Moreau. Silenciosa, graciosa, bonita. Fantástica. Mas novamente, manteve aquilo para si mesma.

Por fim, chegaram à um ponto em que foram forçadas à parar. Uma árvore certamente não normal estava em seu caminho. Tentou acessar suas memórias, tentando se lembrar de algo que aquilo pudesse ser identificado como. Dessa vez, não conseguira nada.

Sussurrou para o resto:

Delilah escreveu:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- Não cheguem perto daquela coisa. É meio óbvio, mas não custa dizer. Alguém tem alguma ideia? Trocar de rota e procurar outra trilha, atrair os kobolds para essa coisa, atacar isso antes que possa fazer algo e enquanto está sozinho? Não recomendo as duas últimas, mas já dividimos pelo menos parte das tropas de rota deles para demorarmos demais aqui.

Ela mordeu a ponta do polegar, relativamente nervosa. Não sabia nada aquilo. Estava receosa sobre como seguir em frente com o grupo.

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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 18, 2018 2:26 pm

Cecília olhava para Angra no alto de um tronco de árvore chamando atenção de todos da pequena Gallen. Não conseguia esconder a admiração naquela mulher poderosa. Definitivamente, seria sua general em Nova Agadir. Foi capaz de fazer o povo se curvar diante das necessidades do grupo, incutindo em suas mentes que isso seria bom para eles. Cecília não conseguia enxergar a utilidade daquilo, mas admitiu que talvez ela não soubesse de tudo mesmo e que Angra tivesse uma visão ampla da vida por ser mais experiente.

Assim, quando Delilah chegou fedendo a animais depois de cumprir sua parte no plano, todas e Arekus estavam prontos para partir, Cecília os parou com um gesto. Em seguida, conjurou duas mágicas de seu repertório e as otimizou para durarem o dia inteiro, fazendo gestos antigos e intrincados. Um pequeno show a parte para todas as presentes do grupo. Somente Arekus e Delilah não tinham visto essa demonstração de poder ainda.

Saiu dali sorrindo, com nariz em pé passando por todas e por Arekus como se fosse liderar aquela contenda. Somente para depois de alguns minutos andar ao lado de Angra e, quando embrenharam-se pela floresta, ficar um pouco atrás dela para tê-la como um escudo poderoso.

Durante a caminhada, Cecília preocupou-se com o andar desviando dos gravetos e das folhas que poderiam fazer barulho. Mas a armadura de Angra atrapalhava tudo. Cecília deu um sorriso amarelo para a outra e um sinal de positivo com o polegar para incentivá-la.

Por fim, seguindo a trilha achada por Delilah, elas e Arekus encontraram uma árvore obviamente demoníaca. Cecília pôs o dedo polegar no queixo enquanto Delilah falava que não sabia de nada.
Citação :
ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- Não cheguem perto daquela coisa. É meio óbvio, mas não custa dizer. Alguém tem alguma ideia? Trocar de rota e procurar outra trilha, atrair os kobolds para essa coisa, atacar isso antes que possa fazer algo e enquanto está sozinho? Não recomendo as duas últimas, mas já dividimos pelo menos parte das tropas de rota deles para demo (...)

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 CrgRtdgÉ uma árvore maculada pela Tormenta, Delilah. Não é óbvio?

Disse dando de ombros, como se aquilo não fosse nada demais. Os sinais estavam todos lá e aquela sensação estranha corroborava com sua afirmação. 

Cecília deu meia volta esperando que todos a seguissem.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 FELijflMeu pai combateu uma Árvore da Tormenta no começo da carreira dele. Eu sei como são essas coisas terríveis. Vamos, não temos porquê combater essa coisa agora.

Disse como se fosse nada. Mas no fundo sabia que aquela podia ser uma coisa horrível e com implicações futuras enormes.

Ação de Cecília escreveu:
Ação Completa: conjurou armadura arcana duradoura por 1 PM.
Ação Completa: conjurou escudo arcano duradouro por 1 PM.

Cecília ainda tem 8 PM
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 18, 2018 2:54 pm

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Divider-clipart-forum-6


Delilah escreveu:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
-Da... Tormenta?

A mulher ficou parada alguns segundos, olhando a árvore como se hipnotizada. Fechou os olhos. Tormenta. A palavra tinha algum significado para ela, mas ela não sabia o que era. Olhou fixamente nos olhos rubros. Sentiu uma dor leve na cabeça, por instinto levando a mão esquerda à tempora. Ela já havia visto olhos como aqueles. Em um sonho, antes de acordar. Do loiro.

O que diabos era aquilo? Tentou esconder sua reação, mas nada vinha à sua cabeça. Ela simplesmente não sabia o que era a Tormenta.

Delilah escreveu:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- Não... Tem razão. Eu vou encontrar outra trilha.

A voz saiu seca, sem emoção. Não houve brincadeira ou flerte. A patrulheira apenas recuou, voltando à procurar qualquer trajeto. Tempo era um bem limitado.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Divider-clipart-forum-6
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fantasmageek
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptySex Out 19, 2018 12:05 pm

Os preparativos para a execução do plano foram surpreendentemente rápidos e num piscar de olhos estavam caminhando pela floresta. Roselynn seguia pelas sombras, concentrada em qualquer sinal aparente de ameaça ao grupo.  Linete ficara para trás, prometendo tomar cuidado, participando da algazarra na vila.

“Amália deve estar se descabelando. ”
“Todos na Ilha estão partindo. ”
“A floresta é silenciosa. ”
“As sombras protegem aqueles que seguem por seu caminho. ”
“Os kobolds podem atacar a vila. ”
“Eles irão matá-la. ”
“Sequestrá-la. ”
“Torturá-la.”
“Silêncio.”
“Morte.”


A moreau balançou a cabeça, respondendo apenas formando as palavras em seus lábios, mas sem proferir som algum:


ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Pf10
– Silêncio.
E continuou a caminhar. Desviando de galhos quebrados e folhas secas, seguia com suavidade e fluidez, o manto da escuridão lhe protegendo como um velho conhecido.

“Escuridão é segurança. ”
“Luz é perigo. ”
“Árvores, muitas árvores. ”
“Marrom, verde, laranja, preto... Nada branco. ”
“Branco é ruim. ”
“Pássaros que não colorem o céu. ”
“Onde está o céu? ”

Pararam um momento depois, todo o grupo atento a uma estranha árvore que bloqueava a trilha. Não via marcas brancas, porém sentia a energia negativa e o perigo que parecia rondar a todos naquele momento. Nesse local estranho, longe da Dama, percebia cada vez mais que existiam diferentes perigos dos que conhecera em sua vida até então.
Citação :
ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- Não cheguem perto daquela coisa. É meio óbvio, mas não custa dizer. Alguém tem alguma ideia? Trocar de rota e procurar outra trilha, atrair os kobolds para essa coisa, atacar isso antes que possa fazer algo e enquanto está sozinho? Não recomendo as duas últimas, mas já dividimos pelo menos parte das tropas de rota deles para demo (...)

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 CrgRtdgÉ uma árvore maculada pela Tormenta, Delilah. Não é óbvio?
Roselynn inclinou a cabeça. Já ouvira alguns viajantes comentarem sobre a Tormenta no porto, mas nada que prendesse muito sua atenção. A mulher de cabelos brancos, a quem a Rainha se referiu como Delilah, parecia insegura em continuar.

“Insegurança é morte. ”
“Hesitação é morte. ”
“As sombras não param. ”
“Seguir significa batalhar. ”
“Desviar significa sorte. ”
“A sorte não acompanha aqueles que a necessitam. ”
“Depender é fraqueza. ”

Observou o brilho vermelho dentro da casca da árvore, como dois olhos brilhantes a mesma parecia vigiar o grupo.

“Vermelho como sangue.”
“É o brilho das almas que ceifou.”
“Raízes e galhos marcados pela tortura de viajantes perdidos.”
“Galhos que escondem.”
“Protegem.”
“Animais se escondem sob galhos...”
“Animais de olhos vermelhos.”
“Cascas que protegem suas peles.”
“Pular, correr, se esconder.”
“Matar.”
“Vermelho e branco.”


Riu baixo, meio a contra gosto, e encarou Delilah, sussurrando mais para que si mesma:


ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Catwom10
– De que adianta um coelho se não sabe para onde pular e se esconder?

Sua atenção, entretanto, logo foi quebrada pela fala da Rainha:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 FELijflMeu pai combateu uma Árvore da Tormenta no começo da carreira dele. Eu sei como são essas coisas terríveis. Vamos, não temos porquê combater essa coisa agora.

A moreau observou enquanto a Rainha se virava para continuar por outro caminho, não demarcado pela trilha. Seguir por caminhos desconhecidos tornara-se algo familiar para Roselynn, surpreender o inimigo desprevenido era essencial para seu cotidiano. Contudo sempre o fizera após planejar e observar, seguir cegamente poderia ser ainda mais perigoso.
Aproximou-se da Rainha e falou com voz baixa, sabendo também que atrair a atenção daquele ser que parecia habitar a árvore poderia logo findar sua possibilidade de escolha:


ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Catthy11
– Vossa Alteza, a liderança de sua inspiradora colega até agora foi com base em diferentes ângulos e pensamentos, planejamento de acordo com todos nós. – suspirou – Não desejo desrespeitar vossa autoridade, mas...
- Coelhos só correm para o outro lado se estão assustados.

Observou a floresta e seu arredor, interminavelmente cercados pelas árvores.

Delilah escreveu:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- Não... Tem razão. Eu vou encontrar outra trilha.

Ouviu parcialmente o que Delilah falava concentrada demais em sua mente para prestar atenção. Mesmo distante de casa, seus ensinamentos e lembranças não lhe deixavam. E em sua jornada, sabia que nunca poderia esquecer as lições que aprendera se quisesse continuar viva.

“Conhecimento sobre o alvo é essencial.”
“Estudar e planejar.”
“Não há tempo quando já se está na batalha.”
“Território desconhecido deixa a sorte de lado.”
“Mas existem patrulhas, portanto...”



ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Dc_cat11
– Há um padrão.

“Descobrir o padrão.”
“Significa planejamento.”
“Estudo.”
“Não há tempo.”
“Conhecimento nunca é desvantagem.”
“O ímpeto deve existir com cautela.”
“O desvio é possível com rastreio.”


Virou-se para a mulher inspiradora, mas barulhenta:


ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 927_no10
– Por ter defendido, mas também lutado contra, presumo que tenha conhecimento sobre nossos atuais alvos. Sabe se possuem alguma fraqueza natural ante luz ou escuridão? Possuem preferência ante a algo que possamos rastrear na floresta? Frutas, animais...
- Talvez sabendo mais sobre eles seja possível surpreende-los aonde menos esperam.

Olhou de relance para a Rainha, que declarara preferir se desviar do atual obstáculo e depois para Delilah:


ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Galler10
– A escuridão protege, mas também pode enganar se nos desviarmos de forma cega e solitária. – Acrescentou em voz baixa.
Ouviu a voz de seu mentor em seus pensamentos, acima da confusão de sua mente:

“Depender da sorte é pedir pela morte.”
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptySex Out 19, 2018 12:48 pm

Fosse outra pessoa com outras palavras, Cecília nem teria dado atenção àquelas palavras perdidas em sussurros no meio de uma floresta hostil. Mas Roselynn a chamava por Alteza, um jeito impossível de ignorar.

Cecília continuou andando com ela ao lado falando, mas, por fim, algo em sua fala a impediu de dar mais um passo adiante.

"Coelhos só correm para o outro lado se estão assustados. "
ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Wya8PDs...

Tinha razão. Estava com medo daquela batalha. Estava com medo de qualquer batalha. Cecília já morreu uma vez e tinha medo de morrer de novo. A história de seu pai sobre a Árvore da Tormenta era aterrorizante, na ocasião que contara foi escondido de sua mãe, que não queria sua filha assustada.
Lembrança escreveu:
ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 5UyUQkxEla era gigantesca, seu tronco era feito de carne vermelha, feridas, olhos. Seus galhos eram como braços e seus dedos como navalhas afiadas. Ela guinchava como um animal, sangrava e controlava gavinhas vermelhas como ela. Minha mente e a de meus companheiros fraquejou só ao vê-la. Demorei meses tendo pesadelos com essa luta. No fim, deu tudo certo, mas porque tínhamos um grupo forte e eu tinha Hikari-Katto.

Quando voltou a si da lembrança, Delilah estava pensando em desviar o caminho, mas as palavras de Roselyn tensionavam em outra direção. Poderiam combater aquela árvore... ela seria um perigo no futuro para outras pessoas. Ela não era uma heroína? Devia se preocupar com outras pessoas, com o povo de Gallen, tão perto da influência de uma aberração como aquela.

Cecília virou-se de novo e encarou a árvore. A influência da Tormenta estava ali, era fato. Mas ela não parecia ser aquela aberração toda que seu pai contava.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 BZyLnZFPor outro lado... se formos embora, a árvore poderá ameaçar Gallen no futuro. Acho que podemos com ela. O que acha, Angra?
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptySex Out 19, 2018 3:38 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 2mzcz2f

*O plano ia bem, mirabolante como era. Todos cumpriam seu papel. Sentia-se mal por não melhorar seus equipamentos ou obter mais bálsamos restauradores. Sobreviver iria ser o seu foco. Chega de sacrifícios heroicos.*

*Hora da floresta. Seguiu por ela e como previsto, sua armadura impedia que fosse discreta. Aquilo era enlouquecedor, parecia que cada passo dela era uma falha. Mas tinha medo de remover sua armadura. Usava uma a tanto tempo, que se ver sem ela, era como estar nua diante de uma legião de minotauros. O caminho difícil os levou a presença de uma árvore maligna, que clamava pelo desafio e a ação dos justos. Ouviu a opinião de todos sobre o que fazer* 

-
Certamente, Cecil, ela é uma ameaça. Mas não arriscarei nossas vidas e mentes agora, quando há vidas esperando por nós... Delilah, vamos contornar, por favor. A ideia de usá-la como emboscada futuramente, não é nada mal. 

*Olhou para a feiticeira* 

- Depois desta missão, nos organizaremos juntos de Ikarus e lidaremos com ela. 

*E agora, finalmente, prestava mais atenção a ROSE. A gata falava de uma maneira peculiar, tinha modos ágeis e parecia em constante conflito consigo mesma... Ou com algo mais. E só então lhe caiu a ficha* 

-
C-Cecil... Rose é uma moreau... do gato.. .Ela tem... Você tem algo haver com Jay? 

*Sim, com tanta emoção, planejamento e alegria, só havia ligado uma coisa na outra agora. Talvez nem tivesse nada a ligar e fosse uma feliz coincidência, mas se viu pasma com a própria lerdeza* 

*Uma vez respondido, voltou-se a Rose* 



- Rose, você me contou que luta bem a distancia e é furtiva. Eu sou uma negação para passar despercebida, então podemos acabar sendo emboscados. Nessa, precisarei de um trunfo. Peço que se oculte um pouco atrás do nosso grupo e nos siga com olhos atentos. Você será o guia de nossa retaguarda. Se vir alguém chegando nos avise. Pode ser imitando um gato. 

*Sorriu* 

- E também se prepare para atingir inimigos de surpresa, enquanto eles nos enfrentam. Tudo bem? Fique pronta, e fique apenas um pouco atrás, não se distancie completamente!!

*Olhou para Arekus, Cecilia e Delilah* 

 Vamos seguir como se fossemos nós três, mas sabendo que a qualquer momento podemos ser cinco novamente. Delilah, vamos, por favor.
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyDom Out 21, 2018 10:26 am

Parte 2 - A Floresta

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 B4e92aeae421fed072de99aa8bdf3338

O grupo discutia a respeito do que fazer a respeito da estranha árvore em sua frente, até Angra se pronunciar e dizer que não deveriam perder tempo com aquilo, não neste momento tão crucial para o andamento da missão. Delillah então os conduziu para longe da trilha, contornando a árvore perturbadora. A mulher de cabelos brancos como leite não teve problemas em achar o caminho por entre às árvores de volta ao caminho, entretanto. Mais horas seguiram com o grupo avançando pela floresta. Roselynn seguia mais atrás, como indicado por Angra, como uma salva guarda. Pararam então, onde um ponto as árvores não eram tão juntas, haviam dois corpos caídos, cravejados de flechas. Eram minotauros. Arekus tomou a frente, mesmo sob protestos.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Arekus11

- O que houve aqui? - disse, se abaixando para examinar os corpos.

Eram dois minotauros, gládios caídos ao lado de escudos, trajando cotas de talas. Ambos tinham seus corpos cravejados de flechas, a maioria nas costas, o que poderiam significar que foram emboscados. Arekus pareceu realmente abalado, mas depois de farejar o ar, constatou que quem tivesse feito aquilo não estava ali nas redondezas, aliado ao fato de que nenhuma flecha havia sido disparada também, logo o grupo continuou.

Mais duas horas passavam dentro da floresta e agora Delilah não sabia mais ao certo que caminho tomar. Havia perdido a trilha após o encontro dos cadáveres, e sentia-se verdadeiramente sem rumo, levando todos a andarem a esmo. A patrulheira então estaca ao pedir para todos pararem. Há passos vindo em sua direção, é eminente. Duas vozes se fazem soar.

Citação :
- Tu penses vraiment que c'est ici, mon pote Pinarius.

Citação :
- J'ai, cette fois ...

Ambos saem de trás de uma arbusto e estacam, mirando o grupo. Eram minotauros, trajando cotas de talas. Seus gládios guardados na cintura, porém carregando escudos pesados. Eles possuem um punho cerrado, um deles engole em seco. Não parecem apresentar perigo, pelo contrário. Aparentam cansaço, parecem desnutridos, olhos fundos. Arekus toma a frente, fazendo um sinal para Angra.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Arekus11

- Bons companheiros, sou Arekus Hornwoof, estas são Angra, Cecília e Delilah.

Os legionários se entreolharam, um deles deu um passo a frente.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Fanniu10

- Sou Fannius, este é meu companheiro Pinarius. Fazíamos parte de um grupo maior, estávamos perseguindo um fugitivo neste território hostil, porém fomos emboscados e agora estamos tentando encontrar o caminho de casa.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Pinari10

- ...

Citação :

+100 XP para Angra, Cecília, Delilah e Roselynn pelo meu atraso

Citação :
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Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Cecília: <> PV 14/14 <> CA 13/13 <> PM 10/10 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Angra: <> PV 27/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
Ikarus <> PV 20/20 <> CA 18/18 <> PM 8/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Delilah: <> PV 22/22 <> CA 18/18 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptySeg Out 22, 2018 8:33 am

Cecília resmungou algo baixinho quando Angra decidiu por não enfrentarem a árvore. Podia ser, de fato, o mais sábio a se fazer, mas ser contrariada não era algo que a jovem reencarnação da Rainha Eterna estava acostumada a apreciar. Com passos pesados e desagradáveis, seguiu na frente, quebrando a formação proposta por Angra.

Mas a insubordinação não durou mais do que poucos minutos, quando ela deixou-se passar por Angra e Arekus. Cecília segurou a mão da Cabelos de Fogo quando passou por ela:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 YZHDNVIT-tenha cuidado, tá?

Disse tentando esconder sua preocupação, sob sua máscara de falsa indiferença.

Seguiram por horas a fio, fazendo com que suas pernas começassem a latejar. Ora olhava para Ikarus sobrevoando o grupo, ora olhava para Delilah e sua aparente incapacidade de guiá-las. Num momento, deixou-se atrasar até Roselynn, que estava na retaguarda, se aproximar.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 IkCubfHÉ, Rose, acho que você faria um trabalho melhor se nos guiasse. Você saberia nos guiar nessas trilhas?

Perguntou genuinamente.

Quando o grupo encontrou corpos de dois minotauros, Arekus se precipitou em vê-los. Cecília lembrou de uma história de quando um anão famoso viu o túmulo de seu parente em uma cidade anã totalmente destruída por trolls na época do Chamado às Armas.

Seguiram adiante. Cecília não tinha interesse em pilhar aqueles corpos. E, então, acabaram encontrando outros dois minotauros, só que dessa vez vivos. Eram legionários perdidos.

Perdidos?

Cecília não acreditava que dois minotauros pudessem se perder. Ou eles estavam mentindo, ou eram muito incompetentes. Parecia a segunda opção.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 ViIcVH1Fugitivo, hã? Pois vimos dois minotauros mortos há algumas horas atrás cravejados de flechas. Deve ser o seu fugitivo e outros dois minotauros perdidos...

Se bem que nós também estamos um tanto perdidos, parece que temos isso em comum.

Disse se posicionando ao lado de Angra para ser vista pelos minotauros.
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptySeg Out 22, 2018 8:22 pm

Horas perdidas por seu erro. Delilah se espancava mentalmente, alheia à toda a conversa externa, prestando atenção somente na trilha e em brigar consigo mesma. O que quer que fosse aquela árvore, a tal "Tormenta" havia desencadeado algo dentro da mulher. Uma reação violenta em sua cabeça que acabara à tornando mais falha no que deveria ser sua especialidade.

Apenas voltou ao mundo ao ver os minotauros. Primeiro, os mortos, mas Delilah mal expressou reação, tão focada estava em seus pensamentos. Apenas quando os outros foram vistos que pareceu voltar ao mundo real, mas se manteve quieta daquela vez, apenas acenando com a cabeça quando foi apresentada por Arekus aos outros dois. Por fim, apenas murmurou.

Delilah escreveu:
ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- O que exatamente os emboscou? Os Kobolds?
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyTer Out 23, 2018 12:36 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 2mzcz2f

*Angra observou os arredores a procura de companheiros escondidos. Sabia que tinha Rose nas trevas, para fazer isso, mas não conseguia evitar. A dupla de minotauros estava surrada... E armadilhas assim, não era do feitio do império... Mas nem todo minotauro é imperial, mesmo trajando-se como tal. Deixou que as perguntas fossem respondidas primeiro e então aproximou-se*

- Vejo que são orgulhosos e lutam para não demonstrar o real estado de seus corpos. Admiro isso. Venham, comam conosco.

*Indicou para Delilah que desse uma olhada ao redor e buscou entre os mantimentos, algo que alimentaria os dois legionários, pelo menos por agora*

- Sentem-se.

*Separou doses de água para ajudá-los a engolir a comida também*

- Esta é uma floresta ardilosa, cheia de feras, kobolds guerrilheiros e até mesmo a tormenta. Temos objetivos diferentes, mas creio que todos buscamos sobreviver. Venham conosco. Somos fortes.

*E havia uma convicção firme e militar em sua afirmação*

- Talvez aquele que perseguem, tenha caído vitima dos sequestradores que habitam a área. Estamos em busca de salvar seus reféns. Sozinhos, sua parede de escudo está incompleta. Juntem seus escudos ao meu e nos ajudemos em nossos objetivos.

*Ofereceu a mão em aperto para o Fannius*

- E se lhe apetecer, conte-me: De que tipo de fugitivo falamos?
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyTer Out 23, 2018 12:52 pm

Ikarus sentia-se uma verdadeira idiota.

Ficara tão preocupada com alvejar os kobolds por cima, que esqueceu de se dar conta que a floresta era tão fechada que não conseguiria encontrar com as meninas se precisasse.
A elfa teve tanto trabalho para resgatar Angra e agora estava sozinha novamente, voando sobre uma floresta horrível, infestada de kobolds e ela sequer sabia para onde ir.

Se isso não era se sentir como uma idiota não sabia o que era.

Voou por horas até admitir para si mesma que não ia conseguir ver nada através das copas das árvores. E que se quisesse ser util deveria descer até lá.

Mas simplesmente descer e andar não seria de muita ajuda, estaria sozinha, em território inimigo.

Decidiu então que faria uma busca mais meticulosa. Aproximou-se das árvores para tentar olhar lá no solo da floresta. Temia uma emboscada, mas não podia passar mais horas voando a esmo sem objetivo.

Se ela pelo menos soubesse onde está a tal caverna, poderia atrair os kobolds para longe dela....


Aproximou-se das copas das arvores com cuidado. Agora era a hora.
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyTer Out 23, 2018 4:32 pm

Parte 2 - A Floresta

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 B4e92aeae421fed072de99aa8bdf3338

Fannius encarou Cecília.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Fanniu10

- Sim, senhorita, deveria ser nossos companheiros, apenas nós escapamos com vida.

Pinarius deu um passo em direção a Delilah.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Pinari10

- Não, topamos com alguns, mas não foram eles, os lagartos não usam flechas... Tenho certeza que se trata de Juarlladam, o elfo que estamos caçando, é um perigoso arqueiro.

Quando Angra finalmente tomou a frente e ofereceu comida, a dupla se entreolhou. Pareciam famintos, era óbvio que nunca pediram ajuda, mas a fome falava mais alto e já que estava sendo oferecida, aceitaram, sentando-se junto dos demais para comerem. Por mais que tentassem ser controlados, comiam com certa ferocidade.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Fanniu10

- Lamento, senhorita, mas não estamos em condições de oferecer muita ajuda, precisamos retornar para nossos superiores, relatar o que houve o mais rápido possível.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Pinari10

- Como dissemos, o fugitivo trata-se de um elfo, um arqueiro perigoso.

Ambos terminaram de comer as tiras de carne seca e frutas secas e pareciam revigorados.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Fanniu10

- Agradecemos imensamente por tudo, desejamos sucesso para vocês e se um dia pudermos retribuir o favor, ficaremos gratos.

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Pinari10

- Infelizmente, este dia não é hoje.

E assim ambos os legionários partiram.


Delilah calculava que passava das duas da tarde enquanto continuavam pela floresta. Querendo ou não sentia que todos a olhavam, julgando os caminhos que decidia seguir, mas a verdade era que ainda estava perdida, andando a esmo, sem qualquer pista de para onde estava indo. Quase uma hora depois, quando sentiu seu coração disparar ao perceber que encontrara a trilha novamente. Era como se um peso saísse de suas costas e pudesse ser útil novamente. Um caminho de terra, estreito, com galhos partidos cortando a floresta fechada.

De repente algo silvou pelo ar, uma flecha passou por todos, certeira contra o peito de Arekus. O minotauro arfou, vendo a seta com pota de metal vencendo o bronze de sua armadura. Todos olharam ao redor, mas não faziam ideia de onde havia vindo aquilo.

***

Ikarus estava frustrada, estava voando há hora e não conseguia ver nada. Finalmente, quando decidiu se aproximar das copas, percebeu movimentação mais abaixo. Sombras se movendo por entre a relva, troncos e pedras. Era claro que eram kobolds!

Se não estava enganada, eles ainda estavam longe do ponto onde o outro havia entrado, mas parecia voltar agora, não perseguiam mais os animais, a distração havia acabado horas atrás. Para sua sorte não haviam lhe percebido ainda.

Citação :
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyTer Out 23, 2018 4:48 pm

Cecília olhava com desinteresse para os minotauros. Eram talvez tão incompetentes como Delilah por estarem perdidos, mas o pior disso era saber que caçavam um elfo fugitivo. Provavelmente um escravo lutando por sua vida. Mas Cecília não comentou sobre isso para evitar inimizade com os minotauros e, talvez, provocar uma disputa indesejosa que gastaria alguns recursos preciosos.

Quando os minotauros se despediram, mostrando que não poderiam ajudar com mais nada, o grupo voltou a seguir a desastrosa guia para mais uma hora de andanças sem sentido. Durante esse tempo, Cecília deixou-se afastar novamente da formação até encontrar Roselynn na retaguarda para comentar:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 ViIcVH1Você é de Moreania, certo, Roselynn? Talvez não seja familiarizada com os minotauros. Eles são escravagistas covardes que ocuparam Petrynia, anos atrás antes dessa minha reencarnação vir ao mundo. Não possuem fêmeas em sua raça e por isso precisam parasitar humanos, elfos e qareens para gerar alguma prole. Realmente, uma raça abominável criada por...

Percebeu que Arekus, o minotauro, estava logo à frente e se sentiu um pouco mal. Até o momento, ele não havia demonstrado traços nojentos do povo de Tauron. Tudo o que sabia desses seres eram de histórias contadas por seus pais. Em Valkaria viviam poucos minotauros, fechado em guetos entre si.

Auto interrompida, Cecília deu de ombros com um breve sorriso sem graça e retornou até as costas de Angra e Arekus, caminhando por um tempo...

... até que uma flecha perfurou o ar e cravou no peito de Arekus. Cecília sentiu-se duplamente mal e culpada. A flecha, pelo que parecia, era do elfo.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 3N8Dy7vJuarlladam! Espere! Não lhe queremos mal!

Gritou para a direção de onde a flecha viera.
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQua Out 24, 2018 9:06 am

Angra dos Cabelos de Fogo!

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 2mzcz2f

- AREKUS!! PRO CHÃO, AGORA!!!

*Angra forçou a cabeça do Minotauro para baixo, enquanto posicionava o escudo a sua frente. No chão seria um alvo mais difícil para flechas e ao mesmo tempo ofereceria cobertura com o próprio corpo*

- Minha companheira fala a verdade!! Nossa missão é para resgatar vidas aprisionadas!! NÃO TEMOS O INTENTO DE CAÇAR E ENCARCERAR OUTRAS!!! POR FAVOR, NÃO DESEJAMOS LUTAR!!!

*Trincava o dente. Uma luta contra um franco atirador seria o pior cenário possível. Exigira gasto de magias de Cecilia e poderia causar as mortes de todos ali. Não podia deixar aquilo virar um combate*

- Este Minotauro não tem relação com seus perseguidores!!!!!

Ação:
 
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 25, 2018 8:50 am

Encontrar os kobolds tirou o pensamento da elfa de suas próprias tolices.
"Droga, o que fazer?? O que Angra faria?"
"Se eles voltarem e encontrarem as médias isso seria péssimo... Já sei"
Ikarus puxou uma flecha, fez mira e atirou.

"Assim eles devem ME seguir e deixar o caminho aberto"

A ela se afasta na direção oposta ao que os kobolds iam, se afastando da base deles, não tão rápido que eles a perderiam de vista. Nem tão devagar que a alcançariam.

*Ação: ataque:(6)+6:12 acerto
Dano: :(6)+3 *
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 25, 2018 9:32 am

Algumas horas guiando e finalmente encontravam uma passagem. Delilah já estava ficando frustrada com aquela floresta, mas parecia que suas frustrações não iriam acabar naquele dia. Uma flecha voou contra o peito de Arekus e por instinto Delilah sacou a cimitarra. A mão direita por instinto ao cinto de poções, pronta para descer uma dose de Nevasca.

Nenhuma palavra dita.
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 25, 2018 11:29 am

Parte 2 - A Floresta

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 B4e92aeae421fed072de99aa8bdf3338

Angra semicerrava seus olhos, enquanto Arekus lhe obedecia e jogava-se no chão, houve alguns segundos de silêncio após suas palavras, quando outra flecha foi disparada, diretamente em frente a cabeça do minotauro, mas sem acertá-lo. A guerreira de cabelos vermelhos sabia que aquela seta poderia ter se cravado entre os olhos do companheiro, mas não tinha, era um aviso. Foram embora então, deixado o atirador oculto para trás.

Delilhah sentia que estava perto de encontrar o local, seguia a trilha, até que ficou confusa novamente, parecia haver dois caminhos, um oposto ao outro. De canto de olho então percebeu pegadas bem fracas na terra e mato a esquerda, uma obra do destino diriam. Guiou o grupo por ali então. Mais uma hora de caminhada seguiu até que finalmente foram se aproximando de uma algumas moitas, do outro lado, espiraram havia uma ravina e uma caverna escondida no meio das árvores e musgo. Não havia dúvidas, encontraram o esconderijo dos kobolds.


Ikarus fez mira com seu arco um pouco acima das copas, enquanto batia suas asas. Disparou então uma flecha certeira por entre as folhas, que atingiu em cheio o peito de um dos kobolds que caminhava mais abaixo. A criatura fora arremessada para trás e então para o chão, morta. Os demais se agitaram, enquanto a elfa se afastava na direção oposta, deixando suas mãos e pernas baterem contra as folhas para chamar a atenção. Pedras voltaram, mas apenas uma alcançou Ikarus, batendo contra sua perna, porém sem maiores danos.

Citação :
Angra, Cecília, Roselynn e Delilah recebem 500 XP
Ikarus recebe 500 XP

Citação :
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Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Cecília: <> PV 14/14 <> CA 21/13 <> PM 8/10 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Angra: <> PV 27/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
Ikarus <> PV 20/20 <> CA 18/18 <> PM 8/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 25, 2018 3:32 pm

Roselynn  seguia por entre a floresta com a mente longe, mais precisamente no porto de sua terra natal. Sua vida agora lhe parecia tão apressada e irrequieta, tantos anos vagando sem destino, alimentando-se das histórias de viajantes e taverneiros. Lembrava-se da primeira vez que roubara bebidas, apenas para despejar todas no mar, convencida de que as criaturas dali estavam em festa.
Agora, nessa floresta escura, o som das ondas era apenas uma lembrança fantasiosa.  

“Eles não a deixarão mais ver o mar.”
“Saborear as ondas.”
“Como ela adorava as ondas.”
“E agora vai ser devorada pela escuridão.”
“Rápido, rápido, rápido.”
“Nada mais vive, tudo passa sem controle.”
“Até quando a manterão viva?”
“Saberá se for tarde demais.”

Mal registrou a Rainha se aproximando, aparentemente proposta a mudar a liderança daquela empreitada visto que Delilah parecia um tanto perdida.

“Quem é você para falar?”
“Uma terra estranha, com gente esquisita.”
“Abandonando tudo por acreditar que consegue salvá-los.”
“Deve seguir em frente.”
“Não importa, pois afinal...”


 ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 0c887f0673d3fe50da26e38ae7bc9374
- Estamos todos perdidos. – esboçou um sorriso triste e seguiu em frente.
Anos de aprendizado, viagens, missões, para mais uma vez estar sozinha.

“É seu destino.”
“A solidão.”
“Como os monstros no fundo do mar.”
“No escuro, longe das ondas.”
“Permanecer escondidos é sua natureza.”
“É sua sobrevivência.”

Observou o grupo parando e se comunicando com os minotauros relativamente curiosa, seriam aquelas criaturas uma forma mais primitiva de seu povo?

“Uma tentativa de afrontar a Dama.”
“Seriam eles criados pela maldição Branca?”
“Uma abominação do continente.”

Permaneceu calada enquanto as criaturas comiam e conversavam, falando sobre um perigoso elfo que espreitava aquelas árvores.  

“Uma armadilha.”
“Estão famintos.”
“Voltarão com seu exército para atacar-nos.”
“Confiar é pedir para ser enganado.”
“A fome que alimenta a escuridão.”

Não concordava com a aproximação do grupo com aquelas estranhas criaturas, mas seus semblantes famintos tocaram ligeiramente seu ser. Conhecia aquela sensação de fome e desespero muito bem. Quando ambos partiram, apenas as instruções de Angra de que permanecesse nas sombras fizeram com que continuasse quieta.  
Voltaram a movimentar-se e logo a Rainha aproximou-se outra vez. Aquela insistência, apesar do forte gênio, lhe lembravam a razão de estar ali.



  ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 ViIcVH1Você é de Moreania, certo, Roselynn? Talvez não seja familiarizada com os minotauros. Eles são escravagistas covardes que ocuparam Petrynia, anos atrás antes dessa minha reencarnação vir ao mundo. Não possuem fêmeas em sua raça e por isso precisam parasitar humanos, elfos e qareens para gerar alguma prole. Realmente, uma raça abominável criada por...
A Rainha calou-se, Roselynn a observou curiosa, mas sem falar. A consideração da mesma em se importar de lhe explicar toda a situação era admirável. Balançou a cabeça, para afastar os pensamentos que se dirigiam para um lugar perigoso. Seguiu o olhar de Cecília e deparou-se com a mesma observando o companheiro estranho de jornada, o minotauro que parecia fiel à Angra.  
Lembrou-se de seu primeiro encontro com Amy, ao levar Linete. A comparação não fez com que baixasse a guarda, acreditar rapidamente assim era contra sua natureza desconfiada, mas procurou algo que pudesse falar para demonstrar sua familiaridade com a situação:


  ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Screen10- Quando tudo o que vemos parece tocado pelo Branco, é normal julgarmos pela escuridão até os gatos pretos. – Piscou sorrindo.

“Não pode se apegar.”
“Elas são um meio para um fim.”
“Cortesia não é confiança.”
“Crença é dar chance à morte.”
“Foque em sua missão.”

Enquanto o debate ocorria em sua “taverna mental”, percebeu uma flecha cortando o ar e cravando-se no peito do minotauro que as acompanhava.  

“Distração...”
“Confiança...”
“Lealdade...”
“Significa morte.”

Mordeu seu lábio inferior e agachou-se, ainda não querendo fazer barulho para demonstrar sua localização, mas analisando o seu redor com as garras a mostra. Observou todos se retesarem, parcialmente agachados no chão. Flashes de grupos que escoltara nos anos anteriores, encolhidos de medo do seu redor lhe tingiram a visão. Sentiu um grunhido baixo se formar em seu peito.

“Foi premeditado.”
“Como alguém com orelhas tão grandes e pontudas consegue se enganar assim?”
“Deve ser surdo.”
“O que explica sua ótima visão.”
“Qual o valor de um sentido?”
“Qual o limite que um deve chegar para sacrificar os outros em prol de uma melhora geral?”

Ouviu as outras integrantes gritando pela floresta, em uma tentativa de se comunicar com ele. Roselynn balançou a cabeça, aquilo não iria realmente adiantar se ele fosse surdo. Mais uma flecha voou, mas essa não chegou a atingir ninguém. A moreau se endireitou, retesando as garras e inclinou a cabeça, sem olhar um ponto específico pela floresta e riu. No final, o elfo podia ter tido apenas sorte, ou quem sabe ele perdera a língua e não as orelhas. Deu de ombros e seguiu o grupo.  

Quando chegaram perto de uma ravina e identificou a caverna olhou para Angra, já com o arco em mãos, a espera de instruções. Parece que finalmente chegaram ao seu primeiro destino.


  ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Catwom10- Quem diria que enfrentaria os monstros do mar. – Sussurrou para si mesma, rindo.  
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptyQui Out 25, 2018 9:09 pm

A segunda flecha fez Cecília, que não havia se abaixado, erguer as mãos. Uma aura escarlate brilhou no entorno de seus dedos como um prenuncio de uma mágica a ser convocada. Porém, Angra fez um gesto avisando para não fazer nada. Estava estava abaixada com o escudo erguido a fim de proteger Arekus.

Cecília não daria ouvidos a ela e estava preparada para disparar seus dardos místicos, mas a própria cavaleira se ergueu baixando a guarda.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 MFXkhLaO que significa isso?

Foi quando percebeu. O elfo não os atacaria mais, mas não entraria em contato com eles. Provavelmente não confiava no grupo com um minotauro como membro. Cecília sentiu um pouco de raiva de Arekus, mas depois sentiu-se culpada pelo sentimento. Afinal, o minotauro era gentil, ajudava a todas e ainda fora ferido.

Roselynn dedicou algumas palavras de conforto à ela, mas Cecília ficou com mau humor por um par de horas enquanto andavam a esmo pela floresta. Uma pena que a moreau não era competente em guiar, mas Delilah mostrava-se talvez ainda pior.

Por fim, finalmente, a floresta deu lugar a uma ravina onde árvore e musgos desciam livres barranco abaixo. A jovem feiticeira estava indiferente àquilo.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 N1NGGAmAinda não despertei a mágica do voo, portanto, devemos usar cordas. Todas vocês tem, certo? Arekus?

O medo de altura dos minotauros era famoso, mas Cecília não quis expô-lo a isso. Se quisesse, ele poderia ficar alegando falta de corda.
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptySex Out 26, 2018 7:51 am

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Divider-clipart-forum-6

Mais algumas horas, e finalmente saíam daquela maldita floresta. Delilah tomou um pouco de tempo para respirar fundo, seu peito mais leve. Olhou para a ravina e suspirou, pensando na descida. Preferia não pensar na descida. Levou a mão à cabeça, leve enxaqueca.

Delilah escreveu:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- Me desculpem por hoje... Não estou me sentindo exatamente bem nas últimas duas semanas. E aquela árvore da Tormenta não foi algo que eu esperava. Mil perdões.

Iria se preparar para descer quando viu Arekus e seu aparente medo de altura. Virou a cabeça, confusa sobre a natureza daquele medo, não se dando conta da questão racial do mesmo.


Delilah escreveu:

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 DdIaAk2
- Vamos lá grandão, é só uma descida. Eu te ajudo.

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Divider-clipart-forum-6
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptySeg Out 29, 2018 2:37 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 2mzcz2f

- Ele se foi.

*Baixou o escudo, ajudando Arekus a se erguer e quebrando a flecha em seu peito, antes de arrancar e improvisar um estocamento. Seguiram Delilah mais um tempo, até achar uma ravina. Uma longa descida. Pensou no peso de sua armadura a atrapalhando... Mas não a tiraria. Não se arriscaria. Agarrou firme as pedras, logo depois de prender o escudo as costas e desceu. Passo a passo, mão a mão, usando toda a força de seu corpo para sustentar o peso do aço que a protegia*

- J-juntos!!!


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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 EmptySeg Out 29, 2018 4:34 pm

Parte 3 - A Caverna dos Kobolds

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 WyrmGuard_Kobolds_by_DaveAllsop

Citação :

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Arekus10

- Oh, não, não... Tudo bem, eu ficarei aqui, como uma garantia de que não haja emboscada quando voltarem.

Essas foram as últimas palavras de Arekus, antes do grupo descer a ravina usando a corda de Cecília. O nó tão bem feito da feiticeira ainda se desfez quando ela puxou ao encostarem no solo. Restava agora uma enorme caverna que se abria como uma bocarra medonha mesclada a uma formação rochosa. Tudo era escuro do lado de dentro e cheirava a morte. Uma canção desesperadora começava a surgir no ar, mas a verdade era o uivo angustiante do vento pelos corredores de rochas naturais.

Entraram com calma, cautelosas. Roselynn acendeu uma tocha a mando de Cecília, levando o bastão luminoso numa mão e na outra seu arco. Teria que largar, claro, se quisesse atirar flechas. Os passos afundavam pedrinhas no chão natural, o cheiro de carne podre parecia aumentar. Na escuridão dois túneis pareciam surgir, um para a direita e outro para a esquerda, quando ouviram passos ligeiros, vários deles. De repente sob a luz da tocha surgiu um verdadeiro batalhão kobold diante dos aventureiros, armados com lanças e fundas, gritavam num dialeto estranho, enquanto tinhas cabeças cobertas por elmos de ossos. Entre eles ainda havia um lobo, porém não parecia um lobo comum, tinha escamas saindo por entre seus pelos negros e seus olhos e bocas pareciam em brasa.

Iniciativa :
 

ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO - Página 4 Photo5098448591118247927

***

Ikarus continuava batendo suas asas acima das árvores, parou alguns instantes disparando outra flecha e varando mais um kobold que caiu morto. Outras pedras tentaram lhe alcançar, inutilmente, cando tão depressa quanto subiram. A elfa então rodopiou e continuou os atraindo para longe. As horas passavam e não poderia imaginar onde seus companheiros estariam agora.

Citação :
Fichas e Status
Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Cecília: <> PV 14/14 <> CA 21/13 <> PM 8/10 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Angra: <> PV 27/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
Ikarus <> PV 19/20 <> CA 18/18 <> PM 8/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Delilah: <> PV 22/22 <> CA 18/18 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:


Última edição por John Lessard em Ter Out 30, 2018 7:30 am, editado 2 vez(es)
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