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 ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO

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0_Sol
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 09, 2018 11:55 pm

A elfa ouviu a história de Joseph um uma sobrancelha levantada.

O que o rapaz dizia podia até soar verdade, mas algo não estava soando certo. E se tivesse que aplacar a fúria de Vanthuir por seu ouro, haveriam problemas.

Angra ficara agitada com o conto.

Quando um jovenzinho entrou na Martelo e interrompeu a conversa avisando que duas mulheres haviam acabado de entrar na cidade.

Angra escreveu:

Ikarus, poderia averiguar? Sua aparência angelical causa boas primeiras impressões... Mesmo em Yuden.

A elfa acena e se levanta
- Claro, volto logo.
Ela sai da taverna, e uma vez na rua abre a asas, como que se espreguiçando, e vai em direção a entrada, encontrar as duas mulheres.

- Boa tarde, Bem vindas a Gallen. *Diz a elfa com um sorriso no rosto.*
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 10, 2018 8:07 pm

A moreau Roselynn não era muito de falar. Misteriosa, arredia... talvez fosse perigosa. Não importava, Cecília poderia lidar com ela caso fosse preciso. A dupla chegou a Gallen finalmente e a cidade era decepcionante. Cecília sabia que Valkaria era uma breve sombra de seu resplendor que jamais conhecera, mas não imaginava que toda cidade que não fosse Valkaria fosse suja e terrível.

Com tais pensamentos, Cecília via enfadada aquela calmaria e normalidade. As pessoas fechavam suas janelas e portas, pois não gostavam de viajantes. Normal, pois qualquer desconhecido podia se tornar uma ameaça. Então, algo que quebrou todas as expectativas.

Uma elfa alada. Cecília apeou do cavalo.

Oh... uma elfa do céu. Quem diria. Esse lugar não é tão oprimido assim pelos yudenianos nojentos. Olá, moça. Eu sou Cecília Hagar Maedoc, a Rainha Eterna. E você, quem seria?

Disse com um sorriso curioso.
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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 10, 2018 9:21 pm

Parte 1 - O Povoado


Talanya pareceu se comover com o que acontecia na mesa mais cheia e ficou parada vendo a elfa do céu sair para averiguar as recém chegadas , parecendo sair de um torpor quando Delilah voltou a chamar sua atenção.

Citação :



- G-gallen... A senhorita está em Gallen.



Citação :



- Hm, a senhorita parece conhecer esse paladino, bem, ele parecia conhecer a senhorita.

Arekus assentiu ao pedido de Angra e Vanthuir passava o indicador pelo tampo da mesa, um pouco contrariado.

Citação :



- Batalha, é? Se forem mais daqueles ratos da estrada, não haverá batalha nenhuma. Vou comer esse feiticeiro com farofa! - bárbaro então ergueu seus braços para o alto - Muito bem, espero que esteja planejando um excelente acréscimo então, mulher.

Delilah então que estava numa mesa não muito distante, sentiu o olhar do homem passar por ela e depois recair sobre Talanya.

Citação :



- Você, me diga, existe algum puteiro nesta cidade decadente?

O rosto da moça se tornou imediatamente vermelho.

Citação :



- O-que? N-não, senhor.

Ele abriu um sorriso lupino.

Citação :



- Talvez você queira esquentar minha cama esta noite então.

Neste momento, a porta da cozinha se com um pontapé. De lá saiu um anão robusto, carrancudo. Suas vestes pareciam uma mistura de couro gasto e um avental sujo de sangue e molho. A balha farta e os cabelos compridos eram ruivos de um laranja vivo. Na mão trazia um martelo, que era impossível dizer se era para batalha ou para amaciar carne.

Citação :



- Respeite a garota, seu monte de estrume.

O bárbaro levantou-se num salto.

Citação :



- Do que me chamou nanico?

Citação :
Fichas e Status
Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 0 <> Condição:
Cecília: <> PV 14/14 <> CA 21/13 <> PM 7/10 <> PE: 0/0 <> PA: 0 <> Condição:
Angra: <> PV 25/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
Ikarus <> PV 18/20 <> CA 18/18 <> PM 6/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Delilah: <> PV 22/22 <> CA 18/18 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
[/quote]
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 10, 2018 10:06 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!



*Angra ergueu-se a frente de Vanthuir, bloqueando a passagem entre ele, a garota e o anão* 

- Ele o chamou de MONTE DE ESTRUME, senhor Vanthuir. Que é exatamente como o senhor se comportou em frente a essa garota. Não sei como fazem as coisas em sua terra, mas fora dela, respeite o espaço dos outros. Principalmente aqueles claramente mais fracos que você.  Tal qual não gostaria que tratassem seu povo como objetos de prazer, não faça o mesmo com este.

*Virou-se de frente para ele a avançou um passo a mais* 

- Se ofender outra mulher em minha presença ou não, o acordo acabou. E não se preocupe, terá um bom acréscimo. 

*Voltou para a senhorita e o anão que havia surgido* 


- Peço profundamente que perdoe meu colega. Ele vem de terras distantes e não entende como funcionam as coisas aqui. Não desejamos ofendê-los em seu estabelecimento. 

*Baixou a cabeça* 

-
Sinto muito.
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 10, 2018 10:26 pm

Citação :

- Como é? Repete, acho que não te ouvi.

A alquimista se ergueu, levando a mão à cimitarra. Andou rapidamente, se colocando em frente à Talanya. Uma das mulheres se ergueu também, aparentemente se revoltando contra o homem que até agora pouco era seu aliado. Mas os dedos de Delilah já coçavam para sacar a lâmina presa em sua cintura, sua pele pálida e os traços de mutação destacando sua personalidade. Se virou para a outra que havia demonstrado fúria, sorrindo para ela enquanto seus dedos se entrelaçavam em sua arma.

Citação :

- Proposta nova ruiva... Eu vou lidar com o galã aqui, fazer ele urinar sentado por alguns meses e vocês me dão a parte dele do dinheiro para bater nos kobolds, o que acha?

O sorriso selvagem nos lábios violeta fazendo jus à tatuagem com a marca do lobo visível pelo decote dos trajes danificados. Se virou por uma fração de segundo para Talanya, o sorriso mudando para o anterior.

Citação :

- Tali querida, continuamos mais tarde?
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0_Sol
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qui Out 11, 2018 12:52 pm

O ar do lado de fora da taverna já começava a esfriar com a chegada na noite. Não que isso incomodasse a elfa.

Oh... uma elfa do céu. Quem diria. Esse lugar não é tão oprimido assim pelos yudenianos nojentos. Olá, moça. Eu sou Cecília Hagar Maedoc, a Rainha Eterna. E você, quem seria?
A menção do nome da moça cristalizou o sorriso na face de Ikarus. "Será que tamanha coincidência poderia existir nesse mundo?"
Angra não tinha dito nada além do nome, nem descrições, nem sobrenome, nada. Mesmo assim, a duvida ficou em seu coração.

- Muito Prazer Cecilia, meu nome é Ikarus. Sou membro da Ordem do Fogo Rubro. Desde que eu cheguei aqui, não vi nenhum purista, mas acabamos de chegar. Mas venha, una-se a nós na taverna. Vamos jantar agora.[/b]
"Se ela for a mesma Cecilia, vai reconhecer o nome da ordem."

*Sorrindo Ikarus ajuda as moças com os cavalos e guia-as para dentro da taverna logo em seguida.*
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qui Out 11, 2018 1:40 pm

Ordem do Fogo Rubro. Cecília empalideceu como se tivesse visto um fantasma. Mas Ikarus era uma elfa do céu, uma desconhecida e, portanto, não poderia ver tão claramente a surpresa de Cecília. Pigarreando, a jovem foi amarrar os cavalos junto com Roselynn.

A ansiedade era grande, mas e se fosse uma armadilha? E se Ikarus trabalhasse para os puristas e... não, não fazia sentido isso. Ela era uma semi-humana. Não se aguentou e perguntou a elfa do céu enquanto entravam na taverna.

Você... você disse Ordem do Fogo Rubro? Será possível...?

Disse logo que abriram a porta da taverna onde algumas pessoas, aventureiros por seu porte e armas, estavam presentes. Cecília mirou naquela de cabelos ruivos que estava de costas.

Era...

Angra...?

Estática. Seria ela mesma? Seria a guerreira de sempre? Vestia uma armadura diferente, estava cercada por pessoas diferentes... seria ela mesma.
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qui Out 11, 2018 10:40 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!



- Chega! Derramamento de sangue gratuito apenas dá prazer a Arsenal e ao deus que ele serve! Escolham melhor suas batalhas. Vanthuir, sente-se por favor... E você.. .Senhorita...? 

*Na verdade impressionou-se com a beleza da guerreira de cabelos prateados e ficou tentada a aceitar sua proposta. Mas acabariam destruindo o lugar e criando mais problemas do que resolvendo.*

-
Ficaria feliz caso se juntasse a nós, mas nesse momen...

*As portas de abriram. O tempo pareceu correr devagar, como se alguma divindade quisesse que ela sentisse aquele momento por completo. A luz do lado de fora era pálida e ofuscante quando o corpo da jovem entrou. Sua voz ecoou o nome da vassala mil vezes e mesmo assim, ela não acreditava no que havia ouvido* 








Angra...?


*A ruiva ficou ali parada por um segundo, que também durou séculos.  Seus lábios permaneceram entreabertos e seus olhos se arregalavam conforme a pupila dilatava* 


Citação :
Cecília



Eu sou Cecília Hagar Maedoc, a Rainha Eterna, e vim resgatá-los.

*Era ela...?  *

Citação :
Cecília
Citação :


Ahahahahaha... Pode me chamar só de Cecília, eu não tenho nenhum reino ainda.


*A menina sorridente e poderosa que se apresentava como rainha? Cheia de sonhos, coragem, ambições e garra? *

Citação :
Cecília
Citação :


Quero logo ter meus poderes totais e pegar um pedaço de terra pra chamar de meu. Onde as pessoas viverão felizes, sem festivais de expurgos, sem mortes e onde cada devoto de Keenn ou Arsenal serão punidos com a morte.

*A menina guerreira que enfrentou o medo e empunhou a espada. Que usou até a última gota de magia em prol de outros. Que viu sangrar em sua frente. Sua amiga. Sua irmã...*

*Cecilia. *


Citação :
Cecília
Citação :


Hehehehe... não se preocupe, eu posso te ajudar a achar sua filha se quiser.

 
*Enquanto as lembranças atingiam Angra uma a uma, Angra caminhava. Deixou para trás Vanthuir, a atendente, a guerreira, o anão e o mundo inteiro. Ela via de novo a primeira conversa como estranhas, um banho tomado como amigas, uma luta vencida como aliadas e uma vitoria compartilhada como irmãs. Lembrou-se do sangue dela e suas lágrimas. Lembrou-se de seu sorriso e até de sua raiva. Lembrou de tudo* 

*E o escudo caiu ao chão* 

*Cruzou a taverna inteira, com um fino rio a escorrer de seu único olho. E com um abraço mais forte do que mil correntes, disse tudo o que precisava dizer naquele momento. Não tinha mais dúvidas. O corpo da Vassala apertou forte o da menina, da mesma forma que sempre imaginou que abraçaria sua filha quando a reencontrasse. Será que a sensação de alivio e felicidade seriam iguais a aquela? Sentiu o calor de um ser vivo e isso embargou ainda mais aquela sensação em sua garganta e o rosto de Angra, mesmo sendo maior que a menina, enterrou-se em seus cabelos, conforme a apertava mais* 

*E Angras dos Cabelos de Fogo soube naquele momento que Thyatis jamais a abandonara de fato. Que enquanto houver fé e vontade, haverá vida. Enquanto restar uma única força de pé, o pilar que sustenta toda o futuro não cairá. Não há morte. Há uma segunda chance. E ela soube que não estava mais sozinha. Que havia caído apenas para tomar um impulso mais forte voar mais alto, galgando uma altura nunca esperada* 

*A chama quase a se apagar . Agora era uma pira resplandescente, capaz de iluminar toda a escuridão do vazio* 

*Por que Cecilia estava viva... E o mundo era belo novamente* 




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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sex Out 12, 2018 6:46 pm

Parte 1 - O Povoado


Vanthuir era um aliado improvável, um perigo eminente, uma bomba goblin prestes a explodir. Seus modos e temperamento pareciam lhe colocar em constante rota de colisão com tudo e todos, fossem eles inimigos declarados ou aliados claros. Angra se apressou em levantar para encarar o homem e lhe repreender, enquanto Delilah do outro lado parecia mais interessada em uma apresentação acalorada e a aposta em uma briga com o bárbaro por sua atitude pouco cordial. A porta da taverna abriu-se então, trazendo Ikarus de volta e uma moça de capuz um tanto soturna, porém a terceira figura fez com que o mundo de Angra congelasse. Os segundos que demoraram para reconhecer as feições, associar tudo que acontecia naquele instante e caminhar até Cecília e lhe abraçar, o mais apertado que podia, sentir seu corpo e perfume, enquanto diversas imagens vinham em sua mente, da garota que lutou ao seu lado contra todo o mal que o mundo jogou contra elas.

A cena de comoção instaurou um período de silêncio na taverna, pela confusão e curiosidade. Todos foram desarmados por alguns instantes, dando as duas momentos preciosos, mesmo que involuntariamente. Vanthuir, entretanto, fora o primeiro a se recompor, se empertigando, mirando a moça de cabelos brancos.

Citação :



- Tanto faz, como se você, um saquinho de ossos, pudesse fazer algo contra mim, mas valeu pela coragem - o homem então se dirigiu até a porta - Que bom que reencontrou sua namorada, mas eu estou indo embora, foda-se essa recompensa, não estou a fim de brigar contra ratos.

E saiu.

Citação :
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Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 0 <> Condição:
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Angra: <> PV 25/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sex Out 12, 2018 8:18 pm

Ficou alguns segundos observando a situação, curiosa pela cena que via; "Estou interrompendo algo aqui?" Por fim, Vanthuir à retirou daquele pensamento, à trazendo de volta para a realidade.

Citação :

- Ah... Ok? Eu estou decepcionada. Achei que tinha mais. Te pego mais tarde então.

Quando o homem saiu da taverna, ela finalmente soltou o cabo da cimitarra, o sorriso lupino e predatório levemente sendo afastado de seu rosto, substituído por um menos agressivo e tranquilo. Se virou para o anão e Talanya, com aquela expressão no rosto:

Citação :

- Tali querida, mil perdões. Pagarei o dobro para compensar a perda de um cliente. Que desperdício, pacote tão bonito em algo tão... tosco.

Seus olhos pousaram sobre a garota com asas e brilharam, fascinados. Rapidamente Delilah foi em sua direção, estendendo a mão esquerda:

Citação :

- E você quem seria? Pode me chamar de Delilah.

Gallen podia ser um fim de mundo, mas ela estava amando.
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sab Out 13, 2018 11:30 pm

O encontro dos braços de Angra em suas costas, seus corpos em choque para o abraço abrupto. Cecília mantinha os olhos arregalados. Então, ela estava viva. Como conseguia ter sobrevivido àquela situação desesperadora? Seria obra de Thyatis resgatando-a da morte? O tempo parecia não existir, uma confluência de memórias perpassou sua mente enquanto sentia o forte aperto da guerreira.

Oh, Angra... eu... achei que você tinha...

Um homem de torso nu e armado saiu da taverna. Parecia conhecer Angra, mas não tinha mais interesse ali. Não importava muito, na verdade.

Retribuiu o abraço e depois secou os olhos um tanto úmidos. Enfim, sorriu. Era a mesma de sempre, mas com os olhos esverdeados, sem o brilho dourado de outrora. Uma mudança que ainda não sabia mensurar o motivo.

Eu sobrevivi, Angra. Eu sabia que você talvez também estivesse viva... E Yela? Brandon? ... Jay?

Ela sabia que Jackson havia morrido, mas talvez Jay estivesse vivo. Aquele gato felpudo... Estava contente com o reencontro com a cavaleira que nem achou estranho ela não estar cercada por rostos conhecidos.
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0_Sol
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Dom Out 14, 2018 3:33 pm

Ikarus voltou à taverna junto com Cecilia e a moça calada, imaginando o que poderia acontecer.

E acertou

Essa garota era a mesma pessoa que Angra havia perdido.

O momento foi quebrado por Vanhuir, que resolveu ir embora.
"Quando ele passar vou passar a perna nele..."

O bárbaro se fora,
E veio a garota de cabelos brancos. A elfa não tinha prestado muita atenção a ela antes, mas era verdadeiramente bonita.

- E você quem seria? Pode me chamar de Delilah
As palavras da mulher pegaram Ikarus de surpresa
- Ahn?
- Oi. Muito Prazer Delilah.
- Eu me chamo Ikarus. Sou membro da Ordem do Fogo Rubro.
- O que te trás a esse fim de mundo??
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Dom Out 14, 2018 11:06 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!



- Jay e Brandon estão mortos... Yela... creio que ainda é uma escrava. Por Thyatis Cecil, eu vi seu corpo sem vida, como é possível? Foi a benção da fênix? Se eu soubesse eu...

*Limpou as lágrimas enquanto se afastava, segurando a menina pelos ombros, depois ajeitando seus cabelos e acariciando seu rosto. Sequer pensou em olhar para Vanthuir*

- Bem, eu fui derrotada e fui captura. Por pouco não tive o mesmo destino de Yela. Mas Ikarus...

*Apontou para elfa-do-céu*

- Minha amiga da ordem, veio me resgatou. Devo minha vida e liberdade a ela.

*Viu a garota de cabelos brancos ao lado dela*

- Oh... Desculpe por tê-la ignorado, Srta. Como dizia, sou Angra dos Cabelos vermelhos e... Bom, como pode ver, está acontecendo muita coisa...
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Dom Out 14, 2018 11:19 pm

Ikarus escreveu:


- Ahn?
- Oi. Muito Prazer Delilah.
- Eu me chamo Ikarus. Sou membro da Ordem do Fogo Rubro.
- O que te trás a esse fim de mundo??

Citação :

- Ora, mas você é adorável. Embora eu lamente informar que não faço ideia do que seja a Ordem do Fogo Rubro. E nem eu mesma sei minha razão para estar aqui.

Ela falava, mas absorvia a conversa da ruiva e de sua companheira ao seu lado, coletando cada palavra dita e armazenando em sua cabeça. E por fim, finalmente foi sua vez de ser abordada:

Angra escreveu:
- Oh... Desculpe por tê-la ignorado, Srta. Como dizia, sou Angra dos Cabelos vermelhos e... Bom, como pode ver, está acontecendo muita coisa...

Citação :

- Não precisa se desculpar. Vejo que estava ocupada. Apenas fiquei fascinada por sua amiga de ordem, lady Ikarus. Sua Ordem certamente já se prova... magnífica.

Distraindo. Falando muito dos outros para evitar falar de si mesma. Até mesmo por não saber o que responderia se lhe fizessem mais perguntas. A pele cinzenta, os cabelos brancos, os olhos de cores estranhas. Ainda utilizava os trajes que acordara usando naquele campo, armadura leve, couro, com tecido púrpura e negro. Era claro que havia visto ação, mas alguns remendos bem colocados impediam a visão rápida da abertura bem posicionada na altura do estômago. Deixava o decote exposto com a tatuagem para ajudar a distrair a atenção do mesmo. Tatuagem que nem mesmo sabia se possuía significado.

Apesar disso, ou talvez devido à isso, Delilah sorria.
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Dom Out 14, 2018 11:50 pm

Cecília absorvia as notícias de Angra. Jay... Cecília não chorou, ou demonstrou imensa tristeza. Transparecendo serenidade, deixou os dedos dela passarem pelo rosto.

Eu voltei, não por Thyatis, mas por mim mesma. Eu havia mencionado que eu era a reencarnação da Rainha Eterna, não é? Então... é por isso que voltei. Por causa do meu poder. Atualmente, estou apenas um pouco mais forte que antes, mas... bem, eu perdi minha Hikari-Hime, a katana que meu pai me deu.

Disse brandamente.

Em seguida, virou-se para Ikarus quando Angra foi falar com a outra mulher, a de cabelos brancos.

Ikarus, fico feliz por ter salvado Angra. Considere que estou em dívida com você. Considero Angra uma ponta de luz neste mundo nefasto... então, ela é muito importante.

Disse repousando uma mão sobre o ombro da elfa do céu.

A outra mulher estava enturmando-se com as outras e Cecília a encarou com curiosidade. A jovem feiticeira era de estatura mediana, cabelos castanhos alourados, olhos esverdeados e vestia uma jaqueta avermelhada sobre uma roupa de couro endurecido negro, com botas e faixas nas mãos. Em sua cintura, uma maça rudimentar amarrada e uma mochila militar nas costas.

Olá... oi. Eu sou a Cecília Hagar Maedoc. E você? Ah, gente, esta é Roselynn, me ajudou logo depois que eu retornei do éter infinito. Ela é uma tímida moreau gato.

Disse dando um sorriso entristecido para Angra, a única em comum quem conhecia outro moreau gato. Jay era um amigo, um desmiolado, um malandro e ela sofreria ainda sua perda quando estivesse sozinha e pensasse nele.
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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Seg Out 15, 2018 9:34 am

Parte 1 - O Povoado


Angra e Cecília estavam juntas novamente e haviam muitas coisas a sere ditas. Caminharam até a mesa e todos se reuniram. O anão pareceu se acalmar e a moça que atendia se aproximou, anotando demais pedidos. A feiticeira e moreau conheceram o formoso Arekus e o rudimentar Joseph. Ficaram sabendo da captura e resgate de Angra, patrocinada por um figura misteriosa, que o plebeu se referia como Paladino. Entretanto, essa pessoa altruísta, estava desaparecida dentro da floresta, talvez vítima dos kobolds.

Citação :



- Sim, esse kobolds servem ao feiticeiro que vem exigindo tributos humanos, são comandados por alguém que chamam de Mãe. O esconderijo deles é uma caverna floresta - completou Joseph.

Arekus firmou a ideia que deveriam ajudar aquelas pessoas, para salvarem as crianças e também o Paladino, mas concordou que deveriam descansar aquela noite primeiro. Korvarimm fora bastante solicito em alugar quartos para todos, logo que terminaram de comer e beber.


A manhã seguinte veio nublada e fria e durante o desjejum, fora servido queijo, leite e pão de centeio. Joseph estava presente novamente, pronto para responder outras perguntas, embora dissesse que já havia dito tudo que sabia. Talanya aproximou-se, trazendo uma bandeja contendo uma jarra com leite, parecia incerta.

Citação :



- Hm... Vocês irão entrar na floresta?

Citação :
Cecília e Roselynn recebem 350 XP, +100 incluso pelo meno atraso
Angra e Ikarus recebem 600 XP, +100 incluso pelo meu atraso
Todos recebem +1 PA

Citação :
Fichas e Status
Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Cecília: <> PV 14/14 <> CA 13/13 <> PM 10/10 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Angra: <> PV 27/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
Ikarus <> PV 20/20 <> CA 18/18 <> PM 8/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Delilah: <> PV 22/22 <> CA 18/18 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Seg Out 15, 2018 4:54 pm

Cecilia escreveu:

Eu voltei, não por Thyatis, mas por mim mesma. Eu havia mencionado que eu era a reencarnação da Rainha Eterna, não é? Então... é por isso que voltei. Por causa do meu poder. Atualmente, estou apenas um pouco mais forte que antes, mas... bem, eu perdi minha Hikari-Hime, a katana que meu pai me deu.

A alquimista absorveu a informação contida naquela frase, mas nada comentou até a garota, Cecilia, se apresentar à ela.

Cecilia escreveu:

Olá... oi. Eu sou a Cecília Hagar Maedoc. E você? Ah, gente, esta é Roselynn, me ajudou logo depois que eu retornei do éter infinito. Ela é uma tímida moreau gato.


Sorriu em resposta, estendendo a mão coberta pela luva de couro negro.

Delilah escreveu:

- Roselynn, Cecilia. Um prazer conhecê-las. Perdão, Rose querida, não entendi muito bem o nome de seu povo. Moreô...? Eu... Não acho que tenha ouvido falar deles. E lamento ouvir sobre sua espada, sei como é ter uma arma à quem confia a vida. Alguma chance de recuperá-la?

Fazia conversa, procurava saber dos outros, se mostrar útil. Ouvia o homem com as cicatrizes falar sobre os kobolds, e fazia contas internas sobre quantos deviam ser, reparando que sabia como eles agiam. Ela trocou o que sabia. Colhendo informação. Adicionando-se ao ciclo que se formava. Delilah podia não se lembrar de muitas coisas, mas não era burra. Aquelas garotas tinham futuro nas mãos. E ela queria estar nisso. Não sabia dizer o porque exatamente. Podia ajudar outros no processo. Talvez achar pistas sobre quem era.

Esperava que aquilo fosse o certo.


__________________

No dia seguinte, Delilah estava de pé o mais cedo possível. Dormira sozinha, de novo. Reparara rápido após despertar que para alguém tão acostumada com os ermos, não ter alguém, mesmo que aleatório para dividir a cama, lhe incomodava. Devia dar um jeito nisso rapidamente. Imaginou se era assim antes de esquecer as coisas. Olhou suas próprias cicatrizes novamente, se perguntando de onde vinham. E quem havia fincado sua lâmina de prata em sua barriga e à deixado morta naquele campo.

Encontrou Talanya no salão da taverna servindo pão, leite e queijo, e o tal Joseph já pronto para responder perguntas. Comeu um pedaço de pão, enquanto respondia.

Talanya escreveu:

- Hm... Vocês irão entrar na floresta?

Sorriu enquanto puxava uma cadeira para si e cruzava as pernas, forçando uma pose régia apesar das botas desgastadas e das roupas rasgadas.

Delilah escreveu:

- É a ideia querida. Parece divertido, e se eu puder fazer uma boa ação e ganhar algo com isso, todos saem ganhando, não acha?
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Seg Out 15, 2018 7:01 pm

Cecília ficou a par dos novos planos em que Angra estava envolvida e acabou conhecendo também o minotauro Arekus e o rapaz Joseph. O homem que patrocinou seu resgate com o auxílio de Ikarus, conhecido apenas como "Paladino" foi capturado por um feiticeiro comandante de kobolds que seguiam uma tal de "mãe". Cecília mexia no cabelo lembrando das histórias que sua mãe contava de antes de conhecer seu pai.

Lembranças escreveu:
Foi bem no começo, quando deixei o treinamento com minha mentora em Tollon. Encontrei um bando e nos envolvemos numa rede de intrigas e inimigos. Um problema resolvido levava a outro e assim por diante por meses, sem parar um segundo. Diferente do seu pai que teve um tempo de descanso entre suas aventuras, viajando alegremente de Valkaria a Malpetrim e depois rastejando uma masmorra por dias, eu só fui conhecer o descanso sem me preocupar com algum problema depois de meses.

Cecília deu um meio sorriso, pensando que sendo ainda mais jovem que seus pais já havia morrido e voltado pela força de seu próprio poder. Ou melhor, o poder da Rainha Eterna... Ou seja, dela mesma. Ou não?

A dúvida sempre vinha à sua mente, quando ela divagava sobre aventuras. Seria ela a própria Rainha Eterna sem as memórias? Se sim, as memórias voltariam e o quanto afetariam a sua personalidade? Seria ela apenas uma reencarnação usando o poder de outra criatura?

Delilah parecia ser adorável, uma pessoa bastante educada.

Não sei, os ladrões podem ter vendido Hikari-Hime e talvez eu nunca mais a encontre. No momento queria apenas uma outra katana. Luto melhor com uma, sabe?

Mas pensou que certamente iria atrás Cutelo e Gordrimm para matá-los da maneira mais cruel que pudesse imaginar, mesmo que eles não tivessem mais sua espada. Era questão de pura vingança mesmo.

Quando deu por si, estava dormindo em um leito da estalagem do anão.

Dia seguinte, acordou por último, pois permitiu-se descansar sem preocupações. Reunida com as demais pessoas depois, não tocou na comida e não tinha a melhor das caras. Apesar de rever Angra, ainda estava com um sabor ruim na boca. Pensava em Jay.

A jovem Talanya perguntou timidamente se iam na floresta e Cecília não saberia responder se queria fazê-lo e, por isso, ficou em silêncio. Instintivamente olhou para Angra. Ela sempre sabia o que fazer.
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0_Sol
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Seg Out 15, 2018 8:09 pm

Tudo parecia entrar nos eixos. Angra fora resgatada, chegaram até Gallen em segurança, livraram-se de Vanthuir e, o principal e mais improvável, Cecilia tinha reaparecido, viva, trazendo uma alegria enorme à amiga da elfa.

Cecilia escreveu:
Ikarus, fico feliz por ter salvado Angra. Considere que estou em dívida com você. Considero Angra uma ponta de luz neste mundo nefasto... então, ela é muito importante.

- Apenas me ajude a manter nossa amiga a salvo. E pode considerar essa divida quitada -*Disse a elfa com um sorriso*
Como bônus conheceram ainda mais duas moças que pareciam estar dispostas a ajudar.

Rosalyn parecia tímida, mas Cecilia garantira que a moça ajudara-a e Delilah era misteriosa e cativante, além de bela.

Envolta em pensamentos positivos Ikarus teria a primeira boa noite de sono desde... muito tempo.
Teria, mas não teve.
O sono veio cheio de dor, angustia, memórias e lembranças que preferia ter esquecidas.

A noite mal dormida colocou-a de pé antes da aurora. Quando decidiu que não poderia mais dormir, resolveu sair um pouco e esticar as asas.

Caminhar era bom, mantinha-a perto de seus companheiros, mas o céu, esse era insuperável. Voou até que suas preocupações flutuassem para longe de si junto à brisa da manhã. Observou de longe a floresta e a torre mencionada por Joseph, tomando muito cuidado para não chegar perto de lá.
Quando se deu por Satisfeita voltou para a Martelo.

Ao entrar encontrou as moças já despertas e no salão, se alimentando e conversando.

- Bom dia moças, quais os planos para hoje? *um sorriso brincava em seus lábios enquanto se sentava para comer algo*
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 16, 2018 2:03 am

Angra dos Cabelos de Fogo!



- Entendo. Seja lá qual foi o método, fico feliz que esteja aqui. De verdade. 

*Como pensava, Cecilia era poderosa demais. Até mesmo a morte conseguira vencer com a própria vontade... Se é que de fato aconteceu dessa maneira. Cumprimentou a moreau que a acompanhava - achando impossível não pensar em Jay - e seguiu para a mesa com as garotas. Percebeu como a dama de cabelos prateados evitava a todo custo dizer o próprio nome. Complicado. Entendia que todos tinham motivos para esconder coisas nessa era. Seja por medo, proteção ou até mesmo atos errôneos do passado. Mas era igualmente difcil confiar e lidar com alguém no grupo com o qual sequer sabia como chamar. Não forçaria nada agora... Mas não deixaria de observar.*

*Pelo menos até o momento, gostava dela* 

-
Bom garotas... E Arekus. Essa noite temos muito a comemorar. Reencontros, ressurreições e liberdade. Amanhã, lutaremos. Hoje, vamos celebrar!!!

*E beberam, comeram e riram. Compartilharam momentos, mataram saudades e lembraram de deveres inacabados. Dezenas de sentimentos protagonizaram o espetãculo daquela noite, até que finalmente o cansaço as levou ao sono* 

*Antes de se retirar, perguntou ao anão* 

-
Existe algum ferreiro nessa vila que pode me prestar serviços de ajuste de armadura pela manhã e me vender alguma espada melhor ?

* E depois de sanada a duvida, se retirou. Angra fez questão de que Cecilia dormisse junto de si, na estalagem. Sem a armadura, escudo e espada, dormiu leve na cama, relaxada como a tempos não fazia. Hoje iria esquecer de tudo. Amanha, mais guerra* 

*E assim Azgher brilhou de novo* 

- Muito bem. Hoje formamos um novo grupo e adentraremos a floresta. Nossos inimigos são Kobolds, pequenos, mas sobreviventes e não devem ser subestimados. Vamos agir com estratégia e cuidado acima de tudo. Não cairemos em mais emboscadas, pelo contrário, eles estarão em nossas, mãos, se agirmos juntos.

*Olhou para todas na mesa, esperando que absorvessem as palavras* 

-
 Primeiro de tudo, vamos resumidamente informar umas as outras nossas especializações. Agiremos melhor se conhecermos pelo menos o básico uns dos outros. Sou Angra dos Cabelos de Fogo. Fui treinada pela ordem do fogo rubro como uma estrategista de batalha e uma cavaleira da parede de escudos. Minhas habilidades se focam em coordenação em campo e oferecer proteção aos que estão ao meu lado. Por favor... Sejam sinceras. 

*Depois* 

-
Primeiro de tudo, Ikarus, preciso que faça um reconhecimento aéreo da floresta. Voe alto, pois não sabemos se eles apenas atiram pedras ou também conhecem magia e arquearia.  Se puder, voe com Azgher as suas costas, ofuscando a visão daqueles que tentarem lhe achar. Também peço que encontre as melhores rotas para nos guiar. 

*Olhou para Arekus, Cecilia e Rose* 


- Eu irei a frente, com Arekus a meu lado, que já se provou um bom companheiro. Cecilia, fique atrãs de mim, mas pronta a utilizar seus dons arcanos. 

*Caso Rose venha a explicar sobre seus talentos furtivos...* 

- Procure andar a parte do grupo. Oculta. Você será nossos olhos nas trevas e o nosso trunfo. Fique atenta a emboscadas, armadilhas e pronta para surgir e pegar alguma ameaça pelas costas. 

*E por fim, virou-se a Delilah, que sequer sabia o nome* 

- Fico grata por vir conosco. Sua atitude ontem, com Vanthuir, mostrou sua "justiça" e valores. Me faz grata saber que alguém assim virá conosco. Gostaria de saber mais sobre você depois. Nunca vi cabelos tão belos assim.

*Acenou com a cabeça em agradecimento* 

-
Alguém precisa se organizar? Gostaria de adquirir bálsamos restauradores e ajustar minha armadura. Se tiverem algum assunto a resolver... Não hesitem!
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 16, 2018 3:32 pm

Não comia nada. Se na noite anterior permitiu-se comer e beber para celebrar o reencontro, hoje pela manhã parecia estar de luto por Jay e os outros. Angra estava animada, como sempre estivera. Falou com todas, explicou o que fariam como uma verdadeira líder. Cecília não conseguia deixar de admirá-la e ficou pensando, em um devaneio infantil, se ela poderia ser sua general quando seu reino estivesse construído.

Como Angra falou, eu sou uma feiticeira. Oi. Cecília. Hehe... bem, tenho 16 anos, venho de Valkaria. A magia vem do meu sangue de dragão, da família Maedoc. Assuntos arcanos são comigo mesma. Mas eu também sei lutar com armas... embora eu prefira uma katana. 

Disse assentindo para Angra sobre seu posicionamento. 

Mas Angra também dava uma atenção maior àquela de cabelos brancos. E era elogiosa demais.

... dizem que preocupação embranquece o cabelo das pessoas. Você é muito preocupada... hã... como é seu nome mesmo?

Disse com desdém pra outra.
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 16, 2018 4:18 pm


Angra escreveu:

- Fico grata por vir conosco. Sua atitude ontem, com Vanthuir, mostrou sua "justiça" e valores. Me faz grata saber que alguém assim virá conosco. Gostaria de saber mais sobre você depois. Nunca vi cabelos tão belos assim.

A alquimista sorriu, apoiando a mão esquerda no cabo da cimitarra ainda embainhada. Iria se pronunciar, mas a outra recém chegada, Cecilia, se manifestou antes. E à dirigiu a palavra.


Cecilia escreveu:


... dizem que preocupação embranquece o cabelo das pessoas. Você é muito preocupada... hã... como é seu nome mesmo?

A voz dela expressava desdém. Sensação nova. Não era bom. Delilah encarou a garota por alguns segundos com uma expressão levemente confusa, antes de finalmente responder, dando de ombros:

Delilah escreveu:


- Preocupações? Pelo contrário querida. Não me lembro de ter tido tais coisas desde semana passada. Mas agradeço o elogio Angra. E o devolvo, mas imagino que já tenha ouvido muito isso. Seu epíteto é merecido. Seu cabelo combina com seu rosto para formar algo que beira a perfeição. É arte. Mas deixemos isso para mais tarde... O nome é Delilah. Primariamente, alquimista. A pele e o cabelo são por mutações no meu corpo que me permitem tomar minhas poções, como estas em meu cinto. Sou especialista em identificação de monstros, planejamento estratégico em grandes e pequenas escalas, investigações , buscas e rastreamentos. Aparentemente sou excelente em cavalgar, entendam como quiserem, e nada mal com espadas, particularmente a que está em minha cintura. E apenas com ela posso utilizar esse quarto frasco em minha cintura. Óleo, especialmente letal em pessoas.


Ela terminou, ainda sorrindo com apenas o canto dos lábios. Se levantou e rodou em seu próprio eixo, servindo-se de mais um pão:

Delilah escreveu:


- Iremos enfrentar kobolds. Como descrito nos textos de caçada de Alfried Yudenach, kobolds são criaturas noturnas, com forte sensibilidade à luz solar e que vivem em tribos. Essas tribos variam de dez à cem indivíduos, mas podem ter mais. Individualmente, e mesmo em hordas, eles são fáceis de se matar. O problema é que não trabalham assim. Usam iscas, mortes fáceis para nos atrair para armadilhas. Flechas kobold em seus túneis ou táticas de guerrilha em seu ambiente, como estaremos entrado, serão comuns. E letais. Se alguém aqui for conjurador divino, não tente me curar. Essas coisas não funcionam em mim. Foque em ajudar os outros. Mais importante, estamos lidando com um grupo grande e liderado por um conjurador arcano. Além disso, eles tem o que chamam de Mãe, que eu suspeito que seja uma Filha do Dragão. Kobolds que usam magia, no caso. No pior caso de todos, será uma dragonesa associada ao feiticeiro liderando os Kobolds como sua Mãe. Mas isso é apenas hipótese. Não podemos deixá-los nos separar. Qualquer um sozinho dentro daquela floresta estará basicamente morto. Precisamos de vigilância constante, e se alguém souber atirar, seria bom para termos alguma vantagem caso eles usem arcos. E provavelmente vão. Eles vão procurar ambientes elevados e de onde possam ficar protegidos. Pensem em copas de árvores, principalmente. Acho que era isso... Vendo a floresta de perto poderei pensar em algo melhor.

Suspirou. Fechou os olhos, expressão preocupada. Sabia que tinha aquela informação toda em algum lugar. Entendia coisas sobre kobolds. Sabia como eles agiam. Sabia o que eram. Mas não sabia como. Não se lembrava de ter tido qualquer experiência com as coisas. Não se lembrava de ter lido nada de Alfried Yudennach, mas a informação estava lá. Como suas fórmulas alquímicas. Como cavalgar e como lutar.

Mas apenas isso.

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0_Sol
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 16, 2018 9:03 pm

Angra escreveu:

Primeiro de tudo, Ikarus, preciso que faça um reconhecimento aéreo da floresta. Voe alto, pois não sabemos se eles apenas atiram pedras ou também conhecem magia e arquearia.  Se puder, voe com Azgher as suas costas, ofuscando a visão daqueles que tentarem lhe achar. Também peço que encontre as melhores rotas para nos guiar.

- QUe bom que você me pede para voar Angra. Mas parece que eu me adiantei e, como acordei cedo, acabei já fazendo isso.
-Essa floresta é meio fechada demais pro meu gosto. As copas das arvores são altas e juntas. Não dá pra VER muito bem lá dentro, de modo que não consegui discernir muitos caminhos. Mesmo assim consegui ver algumas patrulhas de Kobolds. Eles andam em grupos de quatro ou cinco e as vezes trazem um lobo junto.
- Além da floresta fica um desfiladeiro e a torre do mago está depois dele. De uma certa forma dá pra dizer que o cvale está sob o olhar do feiticeiro.
- Eu conseguiria nos levar voando, mas só de um em um, então não sei se seria muito efetivo.

Delilah escreveu:
Se alguém aqui for conjurador divino, não tente me curar. Essas coisas não funcionam em mim

- EU sou, uma pena, gosto de curar meus amios. acho que é o que mais gosto no meu poder.
Ah, e sobre minhas capacidades, eu voo, como  dobro da velocidade que ando. Além disso tenho uma predileção por arcos.

Delilah, mesmo que não possa te curar, ainda posso conceder-lhe vantagens, sim?
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 16, 2018 9:54 pm

Cecília desviou o olhar de Delilah como se suas palavras não fossem importantes. Mexia com os dedos, vendo suas unhas sem interesse algum no que a "alquimista" dizia. E como falava! Era uma exibida mostrando tudo que sabia como se fosse a coisa mais importante de tudo... e como era indecente!

Cecília afundou a cabeça nos braços apoiados na mesa quando ela ainda disse que não podia ser curada. Ora, era boa demais para receber as bênçãos dos deuses? 

Então, Ikarus explica o que viu pela manhã enquanto sobrevoava a floresta. Não parecia nada animador. Mas Cecília mantinha a aparência de quem não dava importância para o que estava sendo discutido.

Pff... só criar uma distração em um lugar e atrair os kobolds para nossa própria armadilha. Matamos de grupo em grupo, fazendo-os lutarem aonde queremos.

Disse dando de ombros e fazendo uma careta para a comida à mesa.
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fantasmageek
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 17, 2018 12:49 pm

Viagem, montanhas, corpos, taverna, brigas, comemorações... Tudo passara por Roselynn como um borrão. Sua mente frenética seguia tentando entender o que ocorria ao seu redor e dentro de si, porém era como um enorme novelo de lã emaranhado, assim que se achava a ponta para tentar desembaraçar tudo piorava.
Suspirou pelo que parecia a centésima vez, seu coração não estava mais em seu peito e a alma pesava. Retirou-se do jantar e seguiu para seu quarto.

“Parabéns, avançou em sua jornada.”
“Saiu de lugar nenhum para vila de coisa nenhuma.”
“Estão em seu encalço.”
“Logo irão lhe capturar.”
“O local até que parece satisfatório.”
“O céu sempre muda apesar de sempre estar lá.”



Era como estar numa taverna cheia a todo momento, exceto que ela não podia se esconder num canto, era sempre o centro das atenções, cercada por tantos... Deu mais um suspiro e abriu a porta de seu quarto. A luz da lua era a única fonte de luz no local, porém foi o suficiente para que a moreau percebesse que havia alguém em sua cama.
Sacou sua adaga, aproveitando-se que a estranha não percebera sua presença e se escondeu nas sombras. Seguiu para mais perto, não que houvesse muita distância naquele quarto diminuto, e preparou-se para atacar até que a estranha levantou o rosto, permitindo que Roselynn visse as feições antes escondidas pelas madeixas louras, quase brancas.



- Rose?
Sentiu o coração retornar ao peito quando esse bateu mais forte. E a moreau não pode evitar de sorrir. Aproximou-se daquela que conhecera ainda criança e hoje já se mostrava uma mulher.




-Como veio parar aqui?
A outra deu um sorriso fraco e fitou o luar.




-Eu notei que havia muito não respondia minhas cartas e quando soube que havia partido a procura dela...
Sacudiu a cabeça, mechas de cabelo bagunçando-se ao seu redor.




-Vim dar-lhe um aviso. Eles estão se aproximando e sabem que está sozinha, é questão de tempo até encontrarem esse lugar.
- Porém estão esperando encontrar uma moreau perdida e solitária, assim entraram de acordo com o ser que assola essa vila para lhe capturar.
Roselynn soltou um grito frustrado, como fora idiota achando que poderia deixar tudo para trás tão facilmente. Deveria ter queimado tudo. Voltou a encarar a garota.




- Temos de sair daqui.


-Não.


- Linete, vamos sair daqui já.


-Amanhã. – E depois de um momento acrescentou - Por favor.
- Desde que saira da Ilha foi tudo tão confuso... Tia Amy tentou me esconder, mas eu sabia que devia vir atrás de você. O que aconteceu?
A moreau encarou os próprios pés.

“Explique para ela.”
“Conte o que viu.”
“Conte do futuro.”
“Isso acabará com sua esperança.”
“Proteja-a.”
“Fuja.”

Sentiu uma mão entrelaçar-se na sua e então um aperto.



-Tudo bem, nós conversamos amanhã, ok?
Sorriu e despediram-se, a menina explicando que também iria pernoitar na taverna.<br />A Moreau deitou-se na cama, desperta demais com o recém encontro para encontrar o descanso. Sorriu pensando na sua terra natal, mas logo sentiu as lágrimas brotando e mordeu seu lábio inferior tentando contê-las.

**********************************

Acordou durante a madrugada, ouvindo o ranger do piso do corredor. 

“Por que pisos rangem?”
“Com o peso certo daria para derrubar a taverna.” 
“Elas estão bisbilhotando.” 
“Vão assaltar a taverna enquanto todos dormem.” 
“Pode ser Linete” 

A última possibilidade fez com que a Moreau se levantasse, a noite ainda não deixara o céu do lado de fora da taverna e o ar noturno apenas parecia lhe afiar as habilidades. Caminhou até a porta com cuidado para não causar barulho e abriu-a. Espiou pelo corredor e viu Linete seguindo para a área da taverna. Voltou para seu quarto para pegar suas coisas e então fechou a porta. Colocou novamente a capa e seguiu para a taverna, porém não viu a garota. Poderia ter saído para tomar um ar antes de partirem?

“Foi capturada.”
“Estão lhe seguindo.” 
“O silêncio precede as tragédias.” 
“Fuja enquanto é tempo.” 
“Siga-a”. 

Olhou ao redor, mas sem sinal do taverneiro ou da moça que antes lhe serviu. Deviam estar dormindo ou preparando algo na cozinha. Seguiu para fora da taverna, o ar frio lhe acolhendo de forma abrupta. Procurou ao seu redor, mas novamente sem sinal da garota. 

“Está escondida.”
“A capturaram.” 
“Não há sons de pássaros por aqui.”
“Aquele caixote parece estar cheio de bebida.” 

Andou por volta da taverna, tropeçando em alguns pedaços de madeira, analisando o que estava ao seu redor. Parou alguns momentos, observando a taverna em si. Para quem observasse a moreau, era como se estivesse distraída com o material das paredes. 

“As casas não são assim na Ilha.” 
“Não sabem fazer construções.” 
“Paredes que ouvem.” 
“Paredes mortas.”
“Aonde está a natureza?” 

Rodopiou no mesmo lugar e então voltou a explorar a vila, não que tivesse muito para descobrir naquele lugar esquecido pela Dama. Seguiu observando as casas e os estabelecimentos. 

“Ela passou por aqui.” 
“Não, ela seguiu por lá.”
“Como cresceu.”
“Por que não escreveu?” 
“Deve ter deixado Amy furiosa. 
”Mais uma esquina, mas sem sinal de Linete. Onde poderia ter ido? 
“Os pássaros a seguiram.” “As serpentes devem estar perto.”
“O taverneiro também não estava lá.”
“Cemitério de corpos.” 
“A floresta.” 

Lembrava-se vagamente da conversa da noite anterior, onde mencionaram perigos dentro da floresta. Correu percorrendo as linhas de árvores com os olhos, até que viu a figura de Linete dentre as árvores. Aumentou a velocidade e se escondeu atrás de um tronco, ouviu a garota rindo.




- A Dama não irá ouvir até que esse feiticeiro seja derrotado. Ele está sequestrando meus pensamentos…
- Rose, sei que está por aqui, sinto muito, mas devo derrotar esse feiticeiro.
Roselynn saiu de seu esconderijo e segurou o braço da garota.




-Você também…?
A loira assentiu com a cabeça. Mais um suspiro e Roselynn começou a puxar a garota para fora da floresta.




-Podemos aproveitar que elas também entrarão na floresta. Não baixamos nossa guarda e seguimos junto ao grupo, tudo deve ficar bem. - Sorriu para a amiga.
Vamos voltar para a taverna.
**********************************

Ao voltar algumas das mulheres já haviam acordado e conversavam animadamente em uma mesa. Rose instruiu Linete a ficar afastada, não sabia o quão bem ela poderia se misturar sem entregá-las. Aguardou enquanto a ruiva falava, sem realmente prestar atenção. 

“Elas estão tramando a derrota.” 
“Pode ser um bom plano.”
“Os inimigos tem número maior.” 
“Esconder-se e seguir o grupo.” 
“A Rainha parece aborrecida.” 
“Elas não são de seu Reino?” 
“Recompensas ou maldições aguardam quem ajuda a Rainha?”

A ruiva comandou a Rainha e logo Rose se pronunciou, tentando integrar o grupo.



-Possuo habilidades que me conferem o ataque à distância e a furtividade, consigo passar despercebida por locais pouco utilizados por outros aventureiros. Pode-se dizer que sou ágil e habilidosa como um gato.

Sorriu e ouviu as instruções da ruiva, assentindo como se concordasse. Aguardou as outras se pronunciarem, percebendo o olhar de desagrado da Rainha ante a figura de cabelos claros e pele alva. 

“Ela pressente a falta da Dama.” 
“Criatura estranha.” “Branca, como…” 
“Morte Branca.”
“A comida não está mais quente."

Segurou-se para não grunhir perante as outras. Não deveria baixar sua guarda para nenhuma delas, mas principalmente a de aparência estranha. Olhou para a Rainha, sabendo que a mesma poderia ler seus pensamentos. Será que não conseguia sentir a presença da outra como Roselynn? Virou-se discretamente observando Linete, que ainda estava no canto.


Pff... só criar uma distração em um lugar e atrair os kobolds para nossa própria armadilha. Matamos de grupo em grupo, fazendo-os lutarem aonde queremos.
Observou novamente a Rainha, percebendo seu desagrado.




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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   

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ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO
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