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 ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO

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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Set 26, 2018 8:35 pm

Parte 1 - O Povoado


Ikarus Brilhava brevemente alaranjada, enquanto ainda batia as asas acima do solo, indo em direção ao outro animal, Angra e Arekus e com uma simples palavra, imbuída do poder de seu deus, fez com que o segundo animal andasse em sua direção. Os kobolds, entretanto, ainda representava uma ameaça. Dois deles sumiram por entre as pedras, enquanto os três que alvejavam Ikarus, a seguiram pela beirada e continuaram a lançar pedras. Apenas uma a encontrou dessa vez, de raspão, sem grandes danos. Arekus também parecia ter sido atingido enquanto Vanthuir continuava sua peleja contra as criaturas. Mais duas pedras o acertaram em cheio, em sua testa e isso parecia apenas aumentar sua raiva e desejo de sangue das criaturas.



Iniciativa:
 

Notas do mestre:
 

***

Roselynn e Cecília não eram exatamente amigas, longe disso, mas naquele momento, tinham um inimigo em comum. O soldado inclinou o corpo para o lado, partindo a flecha da moreau com sua espada. Porém, nada podia fazer contra os dardos de energia da feiticeira. O primeiro lhe acertou o centro do peito, e o segundo o ombro direito. Ele arfou, visivelmente cansado e como se manter em pé doesse. Os olhos dançaram pelo salão, olhando a duas figuras e em como Cecília era rápida. Arrastou sua lâmina pelo piso de madeira e palha, mirando a feiticeira.

Citação :



- Não pode fugir disso, piranha...



Iniciativa :
 

Citação :
Fichas e Status
Roselynn: <> PV 11/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 0 <> Condição:
Cecília: <> PV 14/14 <> CA 21/13 <> PM 06/10 <> PE: 0/0 <> PA: 0 <> Condição: Recuo Acelerado.
Angra: <> PV 25/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição: Santuário (09 rodadas).
Ikarus <> PV 18/20 <> CA 18/18 <> PM 6/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sab Set 29, 2018 8:03 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!



- Acho que não será simples assim não? 

*Passaram pelo estreito, mas os kobolds não desistiriam. Dois sumiram atrás das rochas e Angra imaginava o que podia significar. O som agudo da lâmina deslizando da bainha ecoou. Já haviam lhe ensinado: "Se deixar o inimigo escolher a arena, você também os deixará escolher o lugar de sua morte." Olhou o território a frente, examinando e calculando* 

- Arekus, meu companheiro, prepara tua gladius. Trate de convencer Vanthuir de que a batalha verdadeira será aqui embaixo!!! 

*Olhou para Ikarus trazendo a criatura assustada com sucesso. Sabia que podai contar com ela, então ergueu o escudo e preocupou-se com o a frente. Manteve o boi preso pela correia e o puxou* 

- Avancemos. 



Citação :
Movimento: Sacar espada
Movimento: Avançar novamente

*
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fantasmageek
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sab Set 29, 2018 11:32 pm

Observando os movimentos do soldado e da bruxa, Roselynn considerava suas opções.

“Fuja”
“Mate-o e então capture a bruxa.”
“Ela saberá aonde estão a escondendo”
“Torturando”
“Envenenando”


Matá-lo e ainda voltar ao seu caminho? Perfeito demais.

Sem pensar duas vezes, atirou e sorriu quando percebeu a flecha perfurando o soldado.

Citação :

-Não se mete cachorro em briga de gato ~

Sorriu e encarou a bruxa do outro lado da sala. Agora só restava decidir como faria sua aproximação.

Spoiler:
 
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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Dom Set 30, 2018 12:45 am

Parte 1 - O Povoado


Angra sacou sua própria espada, atenta, mas continuou puxando seu boi. Arekus, assentindo sobre a ordem da mulher, fez o mesmo e após sacar seu gládio, começou a avançar para longe dos kobolds.

Citação :



- Vanthuir, vamos, precisamos sair daqui!

O bárbaro, entretanto, parecia movido por um ódio primal, pelo simples fato daquelas criaturinhas estarem o ferindo, e avançava contra elas, agitando seus punhos e gritando.

Citação :



- Cale-se, homem boi, ainda não acabei com essas lagartixas!

E socou um dos inimigos em sua frente, fazendo a criatura rodopiar e tombar derrotada.



Iniciativa:
 

Notas do mestre:
 

***

A tensão e a eminência de morte eram palpáveis na taverna, quando Roselynn levantou seu arco mais uma vez. A flecha devidamente encaixada, pingando o veneno especial da moreau. Convicta, disparou, certeira, a ponta afundando-se na axila do soldado, que olhou incrédulo para a moça. Tentou cambalear em sua direção, porém os movimentos falhavam, as mesmas veias negras subindo pelo pescoço. Derrubou a espada bastada desajeitada no chão, caindo de joelhos logo em seguida. Balbuciou qualquer coisa, para enfim tombar de bruços.

Um silêncio momentâneo imperou no ambiente, até finalmente o velho taverneiro pigarrear, incerto.

Citação :



- Acho melhor vocês irem embora...


Citação :
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Dom Set 30, 2018 11:11 am

A queda do soldado era uma vitória satisfatória. Cecília olhou para a moreau de relance. Ela não queria papo, já entendia isso, mas não havia motivos para não serem civilizadas e mostrar aos outros como eram superiores àquela violência toda.

Eu sou Cecília Hagar Maedoc, a Rainha Eterna.

Comentou com a moreau. 

Em seguida, ouviu a voz do covarde taverneiro. Cecília não tinha modos civilizados com ele. Ao alcançá-lo atrás do balcão improvisado por caixotes, ergueu a mão esquerda que brilhava em luzes escarlates energéticas como um micro-cosmo.

Você ousou roubar a Rainha Eterna. Agora eu vou confiscar todo seu ouro. Passe tudo que tiver, ou teste minha paciência.

Disse severa.

Cecília escreveu:
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fantasmageek
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Seg Out 01, 2018 4:03 pm

Roselynn observou a outra,que se apresentara como Cecília, pendendo a cabeça para a direita. Ela já vira outros integrantes da realeza contudo nunca imaginou que alguém nobre, muito menos uma Rainha, poderia frequentar lugares como esse.

"Ela está mentindo."
"Foi traída."
"Roubou o poder e está se passando pela verdadeira."
"Ela quer enganá-la, está com eles."
"Não!"
"Corra!"


Sacudiu a cabeça incomodada com a inquietude.Caminhou para mais perto da outra, com cautela. Saltou sobre o corpo do soldado caído sem realmente percebê-lo e voltou novamente sua atenção à moça.

"Atrás de você!"

Olhou ao seu redor, contudo o local estava vazio. O sibilar das serpentes havia sumido junto com a vida de seus inimigos. Pendeu mais uma vez sua cabeça ao lado, sua cauda se agitando de forma inquieta por baixo de sua capa.

"Se ela fala a verdade..."
"É mentira!"
"Irá lhe capturar."
"Torturar."
"Assassinar."
"Pode saber aonde eles estão."
"Faça ela falar"
"E fuja."
"Não! Corra antes que seja tarde."
"Eles estão vindo."
"Sabem aonde você está."


Observou mais a moça e o chão ao seu redor, o barulho em sua cabeça em contraste com aquele silêncio maldito estava lhe incomodando:
Citação :

 - Vocês viram para onde as serpentes foram?

Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Seg Out 01, 2018 8:17 pm

Ikarus pairava sobre a batalha. O efeito de seu santuário não afetara todos os kobolds, mas o comando tinha funcionado no boi e parecia que ele não ia parar.

Faltava resolver o problema do outro animal agora.

Voou até G12. Concentrando poder divino em seu corpo.


- Que a luz derramada abençoe as ações de meus aliados
O brilho cobre os aliados de Ikarus.

A elfa ainda diz

- Vanthuir, vamos embora, deixe esses seres de lado, Temos que nos apressar.
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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 02, 2018 6:13 pm

Parte 1 - O Povoado


Vanthuir parecia não ouvir, nada naquele momento parecia mais importante para ele do que eliminar aqueles que ousavam lhe atacar e ainda por cima lhe ferir. Então, enquanto pairava batendo suas asas acima das árvores ressecadas, vendo Angra se afastar junto dos animais e Arekus, a elfa do céu pôde ver apenas o bárbaro numa guerra solitária contra os kobolds. De um lado chuva de pedras, do outro, o homem robusto distribuindo socos e chutes contra as criaturas.

Quando finalmente alcançou o solo, encontrou os demais mais a frente, mas nenhum sinal do bárbaro, que se recusava a segui-los. Dois minutos de espera depois, o homem surgiu por entre as árvores, de semblante sério e carrancudo.

Citação :



- Não posso acreditar que vocês fugiram daqueles seres menores, os esmaguei facilmente... Os que sobraram fugiram, como ratos covardes - dito isso passou pelos demais, assumindo a dianteira.

Continuando pela estrada mal cuidada e sinuosa, rodeada de mais árvores ressecadas. Algumas horas depois, outra formação de pedras surgiu, ao final do caminho que estava sendo percorrido. Ao contrário de antes, não havia um estreito para se atravessar, apenas uma passagem natural entre duas formações rochosas e finalmente um amontoado de casas simples. Era o fim da tarde quando os aventureiros alcançaram o vilarejo de Gallen.

Gallen parecia um povoado pequeno, não atingindo uma centena de habitações, e reunindo mais de 400 pessoas. Comunidades como esta são as mais numerosas e comuns no antigo reinado, mas no Império de Arsenal também. Esta em especial se escondia no ermo, bastante distante do que ocorria no mundo afora. A chegada do grupo, entretanto, logo convidou olhares. Aventureiros sempre despertam curiosidade por onde passam - são alvo de assombro e encanto das pessoas comuns. Mas aqui as pessoas pareciam particularmente tímidas. Vozes foram silenciosas. Portas e janelas foram fechadas. Crianças levadas para dentro. Olhares diretos evitados.

O único lugar razoavelmente convidativo parecia ser uma pequena taverna chamado O Martelo.

Citação :



- Aha, um lugar para bebermos! Ei, moça pássaro, seria muito bom se encontrasse o contratante, com o restante do meu dinheiro.

O bárbaro então se dirigiu para a taverna.

***

O velho taverneiro levantou suas mãos grosseiras, de olhos esbugalhados, encostando-se a parede mais atrás.

Citação :



- Calma aí, moça... P-pode pegar, está ali, só deixe metade, eu peço, para meus filhinhos.

O homem indicou um caixote e por algum motivo Cecília vacilou dentro de si, parecia verdade que aquele homem tinha filhos. Seria justo se apropriar de todo seu dinheiro? Saiu de seus pensamentos quando o velho voltou a falar, dessa vez olhando para a arqueira com traços felinos.

Citação :



- S-serpentes?

Citação :
Cecília encontra 50 TP e 5 TO

Citação :
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 02, 2018 6:29 pm

O homem parecia ser apenas um desgraçado tentando sobreviver naquele mundo horrível. Cecília bufou e tomou apenas 1 tibar de ouro do caixote.

Tsc! Fique com seu ouro e dê um futuro melhor para seus filhos.

Respondeu ao homem logo depois que a moreau perguntou sobre serpentes ao taverneiro, que ficou com cara de idiota sem saber do que se tratava. Era algo realmente estranho sem o devido contexto, mas Cecília não tinha interesse.

Caminhou de volta até onde ela e o taverneiro estavam enquanto guardava uma moeda de ouro em sua mochila.

Estou partindo para Gallen. Sabe em que direção fica, moreau?

Dirigiu-se à mulher. Ela não havia se apresentado, mas Cecília não estava com humor para pormenores com alguém que provavelmente nunca mais veria.
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 02, 2018 6:49 pm

"Serpentes rondando."
"Serpentes envenenando."
"Serpentes matando."

Citação :
- As serpentes... Se foram?

Roselynn observou a taverna, não ligando para o taverneiro rendido em um lado. Temeroso.Como poderia agora seguir seus rastros? Se as serpentes se foram...

"Serpentes que seguem."
"Serpentes que fogem."
"Não! Serpentes não fogem."
"Serpentes avisam."
"Serpentes tramam."
"Serpentes mentem."


Claro, elas foram avisar as outras serpentes. Logo aquele lugar estaria infestado delas. Deveria fugir o mais rápido possível.

"A Rainha."

Travou seus calcanhares antes de dar mais um passo. A rainha bruxa estava lhe encarando, como se esperasse uma resposta.

"Ela ouve sua mente."
"Ela irá te matar."
"Te atingir."
"Torturar."


Mas se ela reinava sob o Eterno então talvez soubesse... Sim, ela poderia lhe ajudar e então estaria em dívida, ou pelo menos isso daria tempo para Roselynn descobrir um de seus segredos e assim voltar a tomar seu rumo.

"Enganar."
"Iludir."
"Confiar."
"Confiança? Pergunte aos mortos!"
"Ajudar."
"Matar."
"Perseguir."


Sorriu e então deu alguns passos em direção a porta, virando-se de forma a observar a Rainha e fez uma reverência, indicando a direção da porta.

Citação :

-Claro, Vossa Alteza! Vamos?


"Salvar."
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 02, 2018 7:17 pm

A moreau agora parecia querer ir com ela. Cecília entendeu aquilo como um pedido de ajuda, afinal, ela parecia sozinha. O corpo da tamuraniana jazia em um canto ao lado de outros soldados caídos... infelizmente, não podia fazer nada quanto a ela, a não ser pilhar.

Após recolher o que achou interessante. Material de aventureiro! E muito ouro! Cecília deixou 10 TO para o taverneiro, encarando-o com raiva e depois se dirige à saída passando na frente da moreau.

Er... então, isso ficará estranho se não me disser seu nome. Como se chama, moreau do gato?

Perguntou e depois que foi respondida, foi pegar um cavalo e partir rumo a Gallen o mais rápido possível.

Cecília escreveu:
Cecília pegará para si: 127 TO
Kit do aventureiro [mochila, saco de dormir, corda, pederneira, tocha x2, odre, ração pra viagem x7], bálsamo restaurador x3.
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 02, 2018 8:10 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!



- A verdadeira força está em ser capaz de escolher as proprias lutas senhor Vanthuir. Em não se deixar provocar pelos mais fracos, mesmo quando ferido. 

*Usou um pedaço de tecido qualquer, para limpar a ferida na testa do homem. Vendo que havia escoriações demais, desistiu* 

- Mas sou grata por nos abrir o caminho.  Acredito que em breve, entretanto...

*Se olhar deslizava nas orbitas da esquerda para a direita, capturando imagens das janelas se fechando com sonoros estrondos* 

- Não teremos a escolha de lutar ou não. 

*Embainhou a espada e entregou as rédeas para Aurekus* 

- Sr. Aurekus, devo abusar de sua gentileza uma vez mais. Pode encontrar um lugar onde esses nobres animais, possam beber água e talvez se alimentar? Cobramos muito deles. Peço que vá na frente, eu tenho um assunto importante para tratar.

*Virou o corpo inteiro diante de Ikarus a encarando com seriedade. A mão apertava a rédea do escudo e seu olhar sustentava o dela com fogo* 

- Venha comigo, por favor. 

*indicou com a cabeça uma viela ou beco, ao lado da taverna. Um lugar sujo e de aroma asqueroso, mas que pelo menos, poderia oferecer privacidade* 


- Agora.

*E foi* 
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 03, 2018 6:50 pm

Voando para longe dos Kobolds Ikarus sentiu-se culpada por abandonar o companheiro. Mas o que poderia fazer? Vanthuir se recusava a ouvir, e Angra tomara a decisão de sair de lá com os bois e Arekus.
Enrolou enquanto podia, concedeu alguma benção ao bárbaro e partiu para junto dos outros.

A espera foi pior. Não faltava confiança na força do outro, mas a incerteza deixava a elfa aflita.
Por isso quando o homem surgiu, carrancudo e reclamando do meio das árvores, o alivio foi imediato.
Ikarus nem respondeu aos comentários. Apenas deu um leve sorriso e seguiu viagem.

O resto da viagem aconteceu sem problemas.
Ao se aproximar de Gallen o dia já ia chegando ao fim. Era pior hora do dia. Seu poder diminuia, e as memorias não lhe agradavam em nada.

E a recepção também não estava ajudando. Quase agradeceu quando o silêncio foi quebrado:

- Aha, um lugar para bebermos! Ei, moça pássaro, seria muito bom se encontrasse o contratante, com o restante do meu dinheiro.
"Ah, verdade. Preciso procurar o contratante misterioso"

- Não se preocupe Vanthuir, encontraremos logo seu pagamento, enquanto isso podemos beber algo e comer.
Angra Então falou, pedindo para Arekus guiar os bois, virou-se para a elfa:

- Venha comigo, por favor.
- Agora.
Sem esperar por uma resposta a mulher entrou num beco sujo, cheirando a asco. Esse tipo de lugar causava aversão a elfa, muito fechado, difícil voar dali. Mas não podia ignorar o pedido da amiga, nem relevar sua seriedade.

Respirou fundo e foi atrás.
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 03, 2018 6:52 pm


"Seguir a Rainha"
"Roubar o Reino"
"Aonde fica o Reino?"
"Eterno, eternidade, eternando..."
"Fora do tempo."
"Aonde o sino não bate."
"Passa, passa, passa."


Roselynn encarou desconfiada o taverneiro e os mortos no chão. Talvez fosse efeito da Rainha o tempo parecer andar tão devagar. Será que com a saída dela o efeito passaria e seus corpos apodreceriam com o veneno das serpentes? Seria melhor cuidar de seus ferimentos antes que a aura da presença das serpentes lhe contaminasse também. Utilizou o bálsamo restaurador, se sentindo um pouco melhor. Será que aquelas ervas já estavam podres?

Balançou a cabeça quando percebeu que a mulher lhe observava e voltou sua atenção para a Rainha:

Citação :
- Me chamam de Roselynn, Alteza.

A mesma dando-se por satisfeita com sua resposta seguiu para a saída da taverna.

"Corra."
"Antes que o efeito passe."
"O poder se esvairá."
"As serpentes voltarão."
"Eles estão vindo."
"Se cure."
"Os mortos não falam."
"Os mortos doam."
"Os mortos abençoam."


Correu até o corpo da desconhecida que morrera no início da batalha e pegou algumas flechas. Deu uma piscadela para o taverneiro:

Citação :
- Até nunca mais, cuidado com as serpentes!

Seguiu na mesma direção que a Rainha, observando seu ferimento e tentando limpar o sangue das mãos.

"As serpentes o matarão"

Citação :
- Eu sei, mas elas se ocuparão com ele e não comigo. Fora que elas podem se divertir com os corpos

"Eles tem seu sangue."
"Seu cheiro."
"Te perseguirão."
"Mate o taverneiro para que não fuja."
"Queime tudo."
"Destrua as provas."


Sentiu que trombara com alguém e quase se desequilibrou, mas se recuperou rapidamente. Olhou para cima, tinha sido a Rainha.

"Ela irá lhe matar."
"Cortar sua cabeça."
"Mate-a."
"Irá lhe prender."
"Torturar."
"Consiga as informações e então fuja."


Mordeu seu lábio inferior, como poderia conversar com alguém da nobreza? Lierson dissera algo sobre o que perguntar e não perguntar para mulheres... Mas o que era qual mesmo?

"Fale sobre a batalha."
"Não, invoque gritos de dor."
"Pergunte sobre seu passado."
"Não pergunte o que não quer contar."
"Pergunte sobre seu Reino."
"Nobres gostam de se gabar."


Se pelo menos Lierson estivesse aqui... Mas ele estava em segurança e era o que importava, então sorriu novamente e perguntou à Rainha:

Citação :
- Se reina sobre a Eternidade, como contam o tempo?

Spoiler:
 
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 03, 2018 7:13 pm

Cecília havia deixado dois dos três bálsamos para Roselynn, como uma "cortesia" pela ajuda na luta contra os soldados. Não deixaria o resto, pois ela precisava de equipamentos pra continuar sua viagem, como comida, corda, saco de dormir e mochila.

Roselynn falava algumas coisas estranhas e Cecília sentiu vontade de perguntar sobre isso. Sentiu um encontrão de leve em suas costas, provocando uma virada rápida do corpo preparada para invocar sua mágica... era a própria moreau desajeitada. 

... 

Cecília a encarou por uns instantes, vendo-a titubear sobre alguma coisa. Parece que queria falar algo, então, com a mão na cintura, Cecília aguardou.

Então, veio a pergunta estranha. 

Hã? Do que está falando?

"Rainha Eterna". Talvez esse seja o motivo da confusa pergunta. Cecília lhe deu as costas e subiu o lombo de um dos cavalos ali disponíveis.

Rainha Eterna, porque sou imortal. Meu reino está muito distante daqui, provavelmente destruído nas areias do Deserto da Perdição. Mas eu não pretendo voltar pra lá. Farei um novo reino aqui mesmo, em cima desse mundo destruído. Erigirei um novo reino onde as pessoas não seguirão esses deuses da guerra e viverão em paz.

Era o que queria no fundo, era seu objetivo desde que descobrira ser a Rainha Eterna quando criança e a razão pela qual lutou por sua segunda chance de vida. Mas falando abertamente sobre isso com uma estranha evocava uma sensação de impotência, como se fosse uma tola ingênua.

Suspirando, Cecília coçou os olhos tentando pensar diferente. Agora tinha uma companheira de viagem, alguém que talvez pudesse confiar com o tempo. Para isso, tinha que criar alguma relação com ela.

Roselynn... veja que engraçado. Moreaus são raros por aqui e você é a segunda que conheço desde que saí de casa em aventuras há poucos meses. O primeiro também era um gato chamado Jay... mas ele tinha olhos de cores diferentes. Imagino que você não o conheça.

De onde você vem? O que procura em Gallen?

Arriscou enquanto cavalgava pela estrada rumo ao seu destino.
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Qua Out 03, 2018 10:57 pm

Angra dos Cabelos de Fogo!


*Angra andou em passos firmes sem olhar para trás. Uma vez no beco, começou... a procurar. Ikarus a encarava enquanto a guerreira andava de um lado para o outro, checando os cantos, entulhos, portas, janelas, como se procurasse algo. Não, a elfa do céu percebeu, quando talvez pensasse em questioná-la; ela entendeu que a ruiva se certificava de que não havia mais ninguém ali. E uma vez convicta, a paladina simplesmente parou* 

*Um segundo depois, Ikarus sentiu o impacto em seu peito. Angra virou de uma vez e correu em sua direção, sem qualquer aviso ou chance da amiga se preparar. Mas o impacto não foi doloroso, ainda que pesado. Não foi violento, ainda que intenso. O rosto de Angra dos Cabelos de Fogo, paladina vassala da Ordem do Fogo Rubro e escudeira de Rodrick dos fios dourados, estava enterrado no peito de Ikarus. Os braços dela envolveram a abençoada e apertaram forte e por fim, sua voz se fez ouvir* 

- ELA ESTÁ MORTA!!!

*Uma voz de choro. Embargada e aguda, infantil até se comparado ao tom impetuoso de costume. O corpo tinha pequenos solavancos e a respiração era interrompida pela emoção* 

- EU A DEIXEI MORRER!! TODOS ELES IKARUS!! TODOS ELES!!! Eu sei... EU SEI! Sempre nos ensinaram que o campo de batalha era feio e preenchido de corpos de amigos queridos, mas ... mas...

*Angra olhou para cima com o rosto encharcado. Seus olhos e nariz escorriam e uma careta dolorosa se espunha na máscara da face* 

- JACKSON ERA FORTE E JUSTO!!! JAY APRONTAVA, MAS TINHA UM BOM CORAÇÃO! BRANDON QUERIA APENAS SALVAR SUA IRMÃ!! IRMÃ A QUAL DEI ESPERANÇA DE LIBERDADE E DEVOLVI AS MÃOS DE MONSTROS COM MEU FRACASSO!!! E A CECILIA... A CECILIA!!!!!

*A voz aumentou varios tons, desesperados, melancólicos. As pernas falharam em suportar o peso da tristeza e desespero e ela caiu. Tal era o peso que puxou Ikarus para se ajoelhar contigo, conforme o abraço se tornava ainda mais apertado* 

- Eu prometi que os protegeria... Eu os liderei... E TODS MORRERAM!! THYATIS ME ABANDONOU POR MEUS ERROS!! AQUELES HOMENS ME PEGARAM E EU... EU... SENTI MEDO!!! ELES ME TOCARAM, ME FERIRAM E ME HUMILHARAM!!! COMO INFERNOS ALGUÉM PATÉTICA COMO EU VOU SER CAPAZ DE SALVAR MINHA FILHA ASSIM??? NÃO SOU CAPAZ DE SALVAR MEUS AMIGOS, MINHA FÉ E NEM A MIM MESMA!!! EU NÁO MUDEI NADA DESDE QUE O LANCEIRO NEGRO TIROU TODOS DE MIM...

*As mãos agarravam as roupas da elfa do céu com toda a força, mas a cabeça ia caindo cada vez mais. As lágrimas pingavam forte, formando uma pequena poça entre as duas e o corpo inteiro tremia* 

- IKARUS... IKAAARUS!! VC ME SALVOU... COMO  UMA LUZ NAS TREVAS, QUANDO TE VI, ALIVIO E FELICIDADE ME ENCHERAM... MAS AGORA... SÓ ME FEZ PERCEBER COMO EU VOLTEI A PERDER TUDO!! COMO PERDI MEU GRUPO DE AVENTUREIROS... COMO PERDI MINHA AMIGA!!!!! ELA SÓ QUERIA UM LAR PARA CHAMAR DE SEU... SÓ ISSO!! MAS EU VOU FICAR FORTE!! EU VOU SALVÁ-LA!!! POR THYATIS! POR MINHA FILHA!!! EU VOU SALVAR A TODOS QUE JUREI SALVAR!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!!!!

*Teve um segundo para respirar e gritar novamente*


-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!!!



*E deixou tudo sair. Pois antes de lider, militar, paladina, serva, guerreira, salvadora e mãe, Angra era humana. As vezes dura, as vezes frágil. Por vezes brava, outras temerosa. Bondosa, mas cheia de rancores. Sim... Humanos. Por vezes piores que demônios... Outras vezes, melhores do que deuses* 

*Por isso ali ficou, nos braços da companheira que tanto amava e que lhe salvou. A única a quem poderia mostrar tudo que havia em si. Tudo que ela era. Tudo que ela precisava ser. Uma amiga verdadeira*

*Afinal, já disse um sábio: Amigos, são a família... Que nos permitiram escolher* 
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0_Sol
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sex Out 05, 2018 1:39 am

*Ikarus ouviu enquanto a amiga chorava em seus braços.*

*Pega de surpresa com o súbito abraço, a elfa ouviu enquanto Angra falava das coisas que feriam seu coração.*

*Abraçou a de volta, com vontade, com verdade, estava ali para ela, agora e sempre. *

*Quando as pernas falharam e caíram, juntas e abraçadas, as asas da elfa envolveram as duas. E assim ficaram, abraçadas, envoltas em plumas vermelhas.*

*Quando falou, a voz de Ikarus estava embargada, sentia a dor da ruiva como se fosse sua.*


-Nós vamos encontra-la, Angra. Com ou sem os deuses. E ai você vai me apresentar a ela, e juntas nós vamos cantar e dançar por três dias e três noites. Eu vou com você até os confins desse mundo. E nós vamos encontra-la.

- Tu és forte. E será ainda mais. E eu estarei ao seu lado.

* As duas ainda ficaram ali, abraçadas, no chão envoltas nas asas da elfa. Não se importando com a passagem do tempo ou com qualquer coisa. Aquele momento poder ter durado horas, ou minutos, não saberiam dizer. Ficaram ali até sentir que era hora de seguir. Porém, desse momento em diante não seguiriam mais sozinhas.*
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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sex Out 05, 2018 2:26 pm

Parte 1 - O Povoado


Gallen surgiu diante de Delilah como um miragem primeiramente, pequena e escondida e parecendo uma benção, depois de tanto tempo nos ermos e com apenas borrões de memória e imagens tão estranhas no fundo de sua mente. Caminhando por entre as casas de madeira, simples e pequenas, sentiu os olhos desconfiados sobre ela, mirando sua espada, seus trajes e aparência exótica. Tinha quase certeza que os cabelos brancos como leite não ajudavam muito, não diante daquelas pessoas simples e que pareciam amedrontadas com algo. Adentrou na taverna, o único lugar razoavelmente convidativo por ali, onde uma placa de madeira antiga dizia "O Martelo".

Por dentro, o lugar era pouco mais que um salão comunal com mesas e brancos rústicos, além de um fogareiro no centro para noites mais frias. Uma escada levava ao andar superior e aos quartos, enquanto uma porta ao fundo parecia levar a cozinha. Não havia outros clientes. Uma jovem, de óculos e estranhamente bem vestida para a simplicidade do lugar, veio recebê-la, indicando uma mesa.

Citação :



- Meu nome é Talanya e irei atendê-la hoje! Temos cerveja, pão, queijo e carne assada - disse, esperando a resposta, enquanto esperava com um pedaço de carvão em mãos e um bloco de papel rústico.

Enquanto aguardava a resposta, alguém entrou na taverna. Era um sujeito grande e mal encarado, portando uma espada bastarda e um machado medonho. Tinha a maior parte do corpo desnudo e o restante coberto por peles e couro. A lateral da cabeça era raspada, enquanto o topo apresentava um cabelo comprido. A moça que atendia Dalilah sorriu forçadamente para ele e pediu aguardasse. Logo em seguida, surgiu um outro homem, este chamando ainda mais atenção, por possuir uma cabaça marrom e bovina, além de portar uma armadura chamativa e um gládio na cintura, sentando-se junto do primeiro.

Talanya após anotar os pedidos, se dirigiu para a mesa dos dois e em seguida sumiu por uma porta atrás do balcão. Mais algum tempo depois, duas figuras se juntaram ao humano e minotauro. A primeira uma mulher de cota de malha e a segunda um moça com asas radiantes e recolhidas em suas costas.


Citação :



- Pedi cerveja e carne assada - anunciou Vanthuir quando Angra e Ikarus se juntaram a eles na mesa.

Arekus esperou ambas se sentarem e disse:

Citação :



- Conversei com um cavalariço ao lado da taverna, garoto bom, irá cuidar dos bois e da carroça.

O bárbaro então encarou o minotauro.

Citação :



- Vem cá, você irá comer carne assada?

Citação :



- Certamente.

Citação :



- Você é canibal, seu boi maluco?

Citação :



- Tenho certeza que não servem minotauros aqui, Vanthuir.

Citação :



- Tu deveria comer capim.

Citação :



- Isto é muito preconceituoso de sua parte - disse, cruzando os braços e fechando os olhos.

Vanthuir deu de ombros, mirando Ikarus logo depois.

Citação :



- Alguma ideia de como achar o responsável pelo restante da minha recompensa?

Não teve tempo de obter mais respostas, quando alguém entrou na taverna, captando a atenção de todos. Um rapaz entrou, era esguio, levemente atlético. Usava roupas simples, calças bege, botas sujas de barro. Uma camisa de linho de mangas compridas e uma túnica rústica por cima. Tinha o olhar ligeiro e quase malicioso, cabelos castanhos compridos e tranças na lateral da cabeça. O que mais chamava a atenção era as cicatrizes em seu rosto. Ikarus o reconheceu imediatamente como o rapaz que lhe entregou o dinheiro.

Citação :



- Quase não acreditei quando disseram que vocês haviam entrado na vila... Você conseguiu, então.

Seu semblante então ficou preocupado, olhando para os lados.

Citação :



- Temo não ter boas notícias, posso me sentar?

***

Roselynn tinha seus próprios motivos para seguir com Cecília. Depois do que acontecera na taverna, as chances de atrair olhares indesejados era grande e talvez ela pudesse tirar algum proveito da companhia da feiticeira, até encontrar algum caminho mais vantajoso ou descobrisse algo relevante por sua busca pelas "serpentes". Quanto a Cecília, ela estava habituada em como o mundo poderia ser extremamente cruel e ter a companhia de uma arqueira competente talvez aumentassem suas chances de sobrevivência e de chegada segura até Gallen.

Cavalgaram então rumo ao norte, com os cavalos que haviam roubado. Era início da noite, por isso, pararam com a calada da madrugada, para acampar, onde tiveram tempo de comer e conversarem antes de descansarem um pouco. Pela manhã bem cedo, retomaram a viagem. Os cavalos tornavam tudo muito fácil, até que avistaram um estreito rochoso, do qual se aproximaram devagar. Perceberam logo antes de entrarem, alguns corpos caídos no caminho que levava até o outro lado, pareciam lagartos humanoides, mas ainda pequenos. Kobolds... Uma luta havia acontecido ali.

Citação :
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Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 0 <> Condição:
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Angra: <> PV 25/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
Ikarus <> PV 18/20 <> CA 18/18 <> PM 6/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
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Aldenor
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sex Out 05, 2018 3:15 pm

Cavalgaram até anoitecer, quando instintivamente sem precisar falar nada, Cecília apeou e tratou de procurar algum lugar no ermo para dormir. Abrindo o pacote de rações, identificou-as em bom estado. A comida da tamuraniana tinha bolinhos de arroz, carne defumada e frutas secas. Pegou uma tâmara, comeu uma tira de carne e um dos bolinhos de arroz. Não sabia acender fogueira, mas não fez questão disso.

Roselynn... veja que engraçado. Moreaus são raros por aqui e você é a segunda que conheço desde que saí de casa em aventuras há poucos meses. O primeiro também era um gato chamado Jay... mas ele tinha olhos de cores diferentes. Imagino que você não o conheça.  De onde você vem? O que procura em Gallen?

Disse ainda incerta sobre o que pensar da jovem arqueira.

Dormiram e acordaram cedo para continuar a viagem, mas antes, Cecília realizou seu ritual costumeiro.
Suiaerl litrix.
Suiaerl fethos.
Temep gewjle.

Cada frase, uma aura púrpura envolvia seu corpo com proteção e mobilidade. Sentia que era mais rápida que o próprio cavalo, mas cansaria se fosse andando ao invés de montada. Entretanto, não conjurou a mágica para encantar sua arma, pois não se sentia a vontade com uma maça. Usaria apenas para afastar encrenqueiros, mas usaria somente seus mísseis mágicos...

Após estar pronta, partiram em dupla até um estreito rochoso. Cecília meneou a cabeça para Roselynn e ambas se aproximaram lentamente, com cautela. Encontraram, então, corpos de kobolds caídos...

Er... não gosto disso. Vamos embora rapidinho...

E começou a trotar com rapidez para sair dali.

Ação de Cecília escreveu:
Ação completa: conjura armadura arcana duradoura por 1 PM
Ação completa: conjura escudo arcano duradouro por 1 PM
Ação completa: conjura recuo acelerado duradouro por 1 PM

Cecília agora tem 7 PM.
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sex Out 05, 2018 5:18 pm

Era tudo tão confuso. Mas nos últimos dias, a jovem começava a ter alguns lampejos de memória. Nada relevante. Não se lembrava de ninguém. Nem de onde estava. Se lembrava de coisas. Receitas alquímicas, que experimentara fazer naquela manhã. Se lembrava de estudos e lições em combate, filosofia e estratégia. Não se lembrava de estudar aquilo, mas se lembrava dos conteúdos. Era certamente estranho.

Foi se aproximando de uma pequena cidade que reparou que tinha outros problemas nas lacunas de sua cabeça. Sentia fome e sede, claro. Mas não só isso. Aonde estava? Se lembrava de vagas ideias básicas sobre reinos, mas não fazia ideia de em qual deles estava. Ou em que ano estavam, agora que parava para pensar.

Passando pelo povo, reparava agora o quão incomum era sua aparência. O cabelo extremamente branco, junto à pele pálida que mais se assemelhava à um azul dependendo da iluminação. E os trajes, rasgados e batidos. Entrou no primeiro lugar que pareceu que iria apreciar seus tipos, uma taverna chamada "O Martelo".

Não haviam muitas pessoas lá dentro, o que era bom para ela por significar mesas livres. Se sentou em uma, quando uma jovem de óculos se aproximou dela. Sorriu involuntariamente ao ver a garota, que nem mesmo parecia estranhar sua forma. Sentiu uma sensação diferente ao encará-la , sentindo-se como uma adolescente por um momento. Talvez fosse. Certamente era muito jovem.

Citação :

- Hm, heh... Prazer, Delilah. Bom, vai parecer estranho mas eu gostaria de saber aonde estamos. Digo, em Arton. E que ano. E... se você está livre mais tarde? Gostaria de perguntar mais algumas coisas. Ah sim, e uma cerveja.

Quase enrubesceu, mas se já não se lembrava quem era, não havia mal em arriscar e seguir um pouco apenas seus instintos não é? Eles não haviam falhado até ali. Olhou o homem que entrou depois. Corpo bem torneado, bastante à mostra. Pouco para a imaginação. Corte de cabelo interessante. Se pegou de boca aberta por um segundo.

"Idiota, encontra algumas pessoas e começa a agir que nem uma garota qualquer? Bom, é apenas natural. Não. Não. Controle. Idiota. Perguntas e comida primeiro. Diversão depois."

Aquele seria um longo dia. Junto daquele homem, um minotauro. Se lembrava deles. E então, duas mulheres, atraentes, uma delas com asas. Aquele lugar estava ficando lotado, e por ninguém normal. A mulher pareceu se encolher em sua cadeira, afastando pensamentos movidos por instintos animais e hormônios.

Eles falavam algo, que a jovem tentou ouvir discretamente, sem deixar claro que o fazia. Por fim, mais um homem surgiu. Roupas simples, cicatrizes no rosto. Tranças. Nada mal. Um único lugar cheio de pessoas certamente não normais.

"Aonde eu vim parar?"
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0_Sol
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Sab Out 06, 2018 6:03 pm

Depois de se recompor. As mulheres entraram na taverna.
Havia um cheiro de comida no ar, o que abriu o apetite da elfa.
As mulheres sentaram na mesa com os companheiros de viagem.
Ikarus não pode deixar de sorrir, ao assistir a pequena esquete cômica entre Vanthuir e Arekus.
- Alguma ideia de como achar o responsável pelo restante da minha recompensa?
*Antes que pudesse responder, a porta da martelo se abriu e um homem entrou. Ikarus o reconheceu como o rapaz que lhe entregou o dinheiro e a informação que a levou a reencontrar a amiga. Ele se aproximo e começou a falar*
- Quase não acreditei quando disseram que vocês haviam entrado na vila... Você conseguiu, então.
- Temo não ter boas notícias, posso me sentar?
*Não dava pra acreditar que tamanha sorte podia realmente bater à porta*

-Por favor, sente-se conosco.
*Assim que o rapaz senta-se a elfa continua*
- Vanthuir esse é o homem que vai lhe pagar.
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Seg Out 08, 2018 2:09 am

Angra dos Cabelos de Fogo!


*Angra, jã restabelecida, sentou-se a mesa, observando o ambiente que os circundava. Suas costas para a parede, sem permitir emboscadas. Encarou o recém chegado com um cumprimento educado e um sorriso receptivo*

- Muito prazer senhor. Almoce conosco. 

*Prestou atenção em seus traços. Más noticias? Mal sinal. Noticias ruins eram comuns, mas se alguém as trazia, era por que estavam um patamar além* 

-
 Prossiga, por favor...
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John Lessard
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Seg Out 08, 2018 3:20 pm

Parte 1 - O Povoado


Talanya pareceu confusa com as perguntas de Delilah, então quando retornou com uma bandeja e com seu caneco cheio de cerveja, disse meia incerta.

Citação :



- Estamos em 1434... Hm, talvez eu possa ajudar, não sei...

Citação :
- Chega de conversa fiada e ande logo com esses pedidos! - gritou uma voz de trovão da cozinha

A moça pareceu se assustar, depois saiu em disparada, entregando a cerveja do homem desnudo e falando algo sobre a carne deles que logo estaria pronta.


Logo que sentou-se, o homem com cicatrizes severas no rosto ergueu ambas as mãos.

Citação :



- Calme, calme, senhorita, eu não irei pagar ninguém... Olhe, veja bem, me chamo Joseph - disse, maneando a cabeça para todos - Não diria que sou o cidadão mais querido aqui de Gallen, se ouvirem que roubo galinhas por aí, bem isso não é lá bem verdade. Mas prestem atenção, há algumas semanas atrás um sujeito estranho chegou aqui na região, forte e robusto, capa, espada e máscara, ele procurava por um tal de Cavaleiro Negro ou algo assim. O pessoal daqui, não sabia de nada, claro, nunca ouvi falar de nada assim e temos nossos próprios problemas também.

O rapaz engoliu em seco, olhou para os lados. Seu olhar repousou sobre a moça de cabelos brancos, desconfiado, mas depois voltou sua atenção para o grupo.

Citação :



- Há algum tempo temos tido problemas com um... Feiticeiro. Ele se instalou em uma torre no sopé das cordilheiras. A principio ele não nos incomodou, até começar a exigir tributos, crianças e adolescentes. Claro que não concordamos com isso, porém surgiram os kobolds, levando todos a força. Eles são numerosos e perigosos e não parecem se amedrontar facilmente, alguém que eles chamam de Mãe os comanda, a mando do feiticeiro e isso os dá uma coragem a mais. Eles levam crianças e jovens com regularidade, quando querem e tememos que quando elas acabarem, começarão a levar os que restaram. Um grupo entrou na floresta, armados com foices e garfos de feno, acompanhados do nosso clérigo da guerra bêbado,  mas nunca retornaram... - ele engoliu em seco - Eu mesmo fui emboscado quando explorava os arredores, poderia ter morrido, se não fosse o sujeito mascarado, que todos começaram a chamar de paladino. Ele viu algum potencial em mim, se assim posso dizer, pediu que em troca eu deveria conseguir enganar os kobolds e sair da vila, para entregar o dinheiro a senhorita Ikarus, assim como uma informação, mas não poderia me demorar. Consegui sair, completar o trabalho e retornar, mas quando cheguei, descobri que ele mesmo havia entrado na floresta e não havia retornado. Isso já faz dois dias.

Vanthuir bateu seu caneco com força na mesa.

Citação :



- E este cara que entrou na floresta que iria pegar o restante da recompensa? - o outro assentiu - Que merda fudida do caralho, puta que pariu!

Joseph olhou para todos os lados incerto, depois continuou:

Citação :



- Lamento, mas eu não poderia entrar na floresta atrás dele... Têm coisas bem ruins por lá.

O bárbaro parecia irritado, quando um rapaz magro e comprido entrou. Arekus o encarou.

Citação :



- Meu bom rapaz, algum problema com os bois?

O outro negou com a cabeça, tranquilizando o minotauro e disse algo no ouvido de Joseph. O outro assentiu e mirou o grupo.

Citação :



- Vocês estão em quantos? Duas mulheres acabaram de entrar a cavalo na vila

***

A moreau parecia fazer o tipo calada, com poucas palavras. Não respondia as perguntas de Cecília, por não ouvir ou fingir não ter escutado, em seus motivos obscuros. Restava a Cecília imaginar os motivos, talvez tivesse segredos que gostaria que ninguém soubesse. Com este tipo de relacionamento que adentraram com cuidado no desfiladeiro, olhando com cautela os corpos dos kobolds, que mais pareciam lagartixas mortas e retorcidas. Porém, como numa benção passaram sem maiores problemas, alcançando o outro lado, uma floresta antiga, com cheiro forte de ervas. As árvores eram retorcidas, ressecadas, quase macabras. O céu parece assumir a tonalidade cinza novamente, do mesmo jeito que se lembrava de sua estadia em Villent.

Seguiram por uma trilha velha, quase apagada no meio do terreno florestal, entrecoberta por folhas, galhos partidos e raízes. Uma névoa fina se formava nos arredores e olhos pareciam lhes observar de trás de rochas e troncos. A tarde avançava, e finalmente conseguiram ver um vilarejo, após passarem por um arco de rochas rústicas. Eram um povoado simples, com casas velhas e antigas. A dupla então foi recebida por olhares estranhos, receosos. Portas eram batidas, janelas fechadas. Viram uma espécie de estábulo com dois bois negros parados. Um rapaz magricela vigiava o local, mas quando as viu correu para dentro de um prédio alto, o que Roselynn e Cecília deduziram ser uma taverna, com o nome de "O Martelo".

Citação :
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Roselynn: <> PV 19/19 <> CA 16/16 <> PM 0/0 <> PE: 0/0 <> PA: 0 <> Condição:
Cecília: <> PV 14/14 <> CA 21/13 <> PM 7/10 <> PE: 0/0 <> PA: 0 <> Condição:
Angra: <> PV 25/29 <> CA 19/19 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
Ikarus <> PV 18/20 <> CA 18/18 <> PM 6/8 <> PE: 0/0 <> PA: 1 <> Condição:
Delilah: <> PV 22/22 <> CA 18/18 <> PM 0/0 <> PE: 3/3 <> PA: 1 <> Condição:
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DiceScarlata
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 09, 2018 1:35 am

Angra dos Cabelos de Fogo!


*As mãos de Angra agarraram os ombros do homem com força* 

-
ESTE HOMEM DE MÁSCARA!! CONTE-ME MAIS SOBRE ELE!! POR FAVOR, SENHOR!!

*Rodrick. Estivera lá... E está atrás do "lanceiro negro". Por que? Ele sabia sua história, mas nunca lhe contou nada, ele nunca... Tsc. O coração da ruiva disparava dentro do peito. Havia falhado em se controlar e precisava se recuperar. * 

-
 Perdão, p-prossiga.

*Ouviu sobre o ataque dos kobolds e a situação do feiticeiro. Isso explicava a situação anterior. Ainda sim, não se arrependera da decisão que tomara anteriormente. Se fosse lutar de agora em diante, seria em supremo risco de vida ou em uma batalha que pudesse escolher. E agora agiria de modo estratégico, tático. Teria certeza de que venceria suas batalhas* 

- Kobolds... Individualmente fracos, mas como todas as demais raças, quando unidos, são letais. Imagino. Diplomacia falhou... E Ro.. O paladino está lá dentro. Muito bem. 

*Encarou Ikarus, Vanthuir e Arekus* 

-
Seu pagamento os aguardas, mas se nos ajudarem a buscá-lo, farei questão de lhes dar um acréscimo. Você desejava uma batalha bárbaro, lhe darei uma como nunca viu antes. Sr. Arekus, suas habilidades se provaram únicas. Com nós quatro podere...

* Duas mulheres entraram na vila* 

- Estamos sozinhos senhor, mas mulheres viajando sozinhas em Yuden? Ou guerreiras ou aventureiras, no melhor dos casos. Podemos pedir por sua ajuda também, em troca de espólios. Ikarus, poderia averiguar? Sua aparência angelical causa boas primeiras impressões... Mesmo em Yuden.

*Mas a mente de Angra já maquinava a invasão. As táticas. Precisaria de reconhecimento aéreo, depois estabelecer uma formação. Analisar fraquezas e pontos fortes de seus aliados. Os inimigos gostam de emboscadas? Deveria usar isso a favor do grupo. Rodrick era poderoso, mas poderia estar em perigo lá dentro. Acima de tudo, queria saber o que estava fazendo ali. Teria esse feiticeiro relação com o lanceiro negro? Sentia-se desesperada em saber* 

*Mas precisava ser calma, letal e precisa. Só coragem e vontade não venciam guerras. Ela já havia experimentado isso. De agora em diante, fé e mente estariam juntas.* 

-
 Não posso ignorar crianças. Iremos salvá-las. Preciso ver este paladino. Não falharemos desta vez.
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   Ter Out 09, 2018 7:20 pm

Citação :

- Oh deuses...

Ouviu com cuidado cada detalhe da conversa do outro grupo, sua atenção focada nas palavras do homem com as cicatrizes no rosto. Não, não por ele ser atraente. Havia algo mais importante no que ele dizia. Sobre os Kobolds e sua Mãe. E o feiticeiro à quem serviam. Parecia o tipo de coisa esotérica e mágica de onde poderia tirar dinheiro e respostas. Sorriu enquanto olhava para eles, pensando em como poderia abordá-los de forma a conseguir impressionar o suficiente para à aceitarem.

Se virou novamente para Talanya, se lembrando de perguntar:

Citação :

- Mas aonde em Arton? A menos que ache melhor responder minhas perguntas mais tarde... Em privado. Para não atrapalhar seu trabalho, claro.

Já sabia que estava em Yuden. Mas desculpas nunca eram demais.
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MensagemAssunto: Re: ATO II - O VALE SOB O OLHAR DO FEITICEIRO   

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